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BC: atividade econômica no Sul sobe, mas recua no Norte e Centro-Oeste

No geral, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) cresceu 1,36% no período

Por Thaís Barcellos, Estadão Conteúdo

29/11/2022 | 11:38 Atualização: 29/11/2022 | 12:04

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

O Banco Central divulgou nesta terça-feira (29) o Boletim Regional com dados sobre a evolução da atividade econômica em cada região do País no terceiro trimestre de 2022, na comparação com os meses de abril a junho. No geral, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) cresceu 1,36% no período, considerando os números com ajuste sazonal.

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Os dados mostram que a região com maior expansão no trimestre foi a Sul, com alta de 1,5% no Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) ante o segundo trimestre. No Norte, o avanço foi de 1,4% entre julho e setembro, enquanto o Sudeste registrou estabilidade após a alta de 0,9% no segundo trimestre. O Nordeste e o Centro-Oeste, por sua vez, tiveram retração no período, de 2,1% e 0,7%, respectivamente.

No documento, o BC destacou a desaceleração do crescimento dos indicadores de atividade econômica no terceiro trimestre, inclusive com algumas regiões já no negativo. Avalia, porém, que os estímulos governamentais, como o aumento do Auxílio Brasil a R$ 600 no terceiro trimestre, e o alívio na inflação, gerado, sobretudo pelas desonerações tributárias de combustíveis e energia, podem ter impulsionado o consumo das famílias.

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“O setor de serviços manteve trajetória de alta, com desempenho ainda mais expressivo no trimestre encerrado em setembro, em oposição à evolução da indústria e do comércio”, destacou o BC.

Segundo o órgão, a retração observada na produção industrial no período interrompeu três trimestres de crescimento, enquanto o comércio ampliado registrou o segundo trimestre de recuo, com desempenho negativo disseminado. “No mercado de trabalho, houve pequena desaceleração na criação de empregos formais, mas a taxa de desocupação continuou em declínio”, completou o BC.

Regiões

De acordo com a autarquia, embora com a maior taxa de expansão no trimestre, a região Sul moderou o crescimento ante o segundo trimestre devido às retrações observadas no comércio e na indústria, que limitaram a contribuição positiva de serviços e da agricultura. No campo, as colheitas de trigo e da segunda safra de milho foram destaques. Em 12 meses, porém, o Sul do País apresenta a menor taxa de crescimento, de 0,5%, refletindo os fracos resultados da indústria e do comércio, além da quebra na safra de soja.

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Na região Norte, a indústria extrativa do Pará se sobressaiu no trimestre, mas os principais indicadores econômicos nortistas evoluíram positivamente, segundo o BC. O índice teve alta de 2,8% no Pará e 1,1% no Amazonas, favorecido pela indústria de transformação. Em 12 meses, o avanço é de 1,7%.

O contraponto entre serviços, que continuam crescendo, e comércio, em queda, resultaram na estabilidade do IBCR do Sudeste. O BC mostrou também que houve divisão no desempenho entre os Estados, com os aumentos de São Paulo (0,7%) e Rio de Janeiro (0,4%) sendo compensados pelos recuos em Espírito Santo (-6,6%) e Minas Gerais (-3,2%). Já no acumulado em 12 meses até setembro, o Sudeste tem expansão de 2,3%.

No Centro-Oeste, a retração da agricultura, do setor de transportes e no comércio, principalmente de veículos e materiais de construção, determinaram a redução de 0,7% do IBCR ante alta de 1,6% no segundo trimestre. O crescimento, porém, é forte em 12 meses, de 4,7%.

Já no Nordeste as quedas na indústria de transformação e no comércio superaram a expansão nos serviços. “A ocupação segue melhorando tanto no mercado de trabalho formal quanto no informal, com recuperação gradual dos rendimentos”, destacou o BC, citando a variação positiva de 3,2% do IBCR em 12 meses.

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