• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Ibovespa hoje renova recorde aos 197 mil pontos e dólar cai a R$ 5 pela primeira vez em dois anos

Foi também o nono dia consecutivo de alta para o índice, selando a melhor semana para o Ibovespa desde 19 a 23 de janeiro

Por Isabela Ortiz e  Ana Ayub 

10/04/2026 | 4:30 Atualização: 10/04/2026 | 18:05

Ibovespa renova máximas históricas com impulso do petróleo, enquanto investidores monitoram inflação no Brasil e no exterior. (Imagem: Adobe Stock)
Ibovespa renova máximas históricas com impulso do petróleo, enquanto investidores monitoram inflação no Brasil e no exterior. (Imagem: Adobe Stock)

Com o cenário geopolítico ainda indefinido, o Ibovespa hoje e os mercados globais seguem reagindo à fragilidade do cessar-fogo e ao fluxo no Estreito de Ormuz, em meio a expectativas pelas negociações entre EUA e Irã, mediadas pelo Paquistão, previstas para este fim de semana. Nesta sexta-feira (10), o Ibovespa índice da B3 registrou alta de 1,12%, aos 197.323,87 pontos, renovando recorde pelo terceiro dia seguindo na semana, enquanto o dólar caiu 1,03% e chegou à casa dos R$ 5,0115 pela primeira vez desde abril de 2024. Foi também o 16º recorde do Ibovespa no ano. O giro de hoje chegou a R$ 33,5 bilhões.

Leia mais:
  • Ibovespa hoje: Usiminas (USIM5) sobe 6,08%, com volta da valorização global do petróleo; Totvs (TOTS3) cai 3,20%
  • Ibovespa renova recorde pela 15ª vez no ano com petróleo em alta
  • Petróleo em alta e trégua frágil mudam o cenário: como o investidor deve se posicionar agora
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O resultado de hoje assegurou ganho de 4,93% na semana, o terceiro avanço seguido para o intervalo. Foi também o nono dia consecutivo de alta para o índice, selando a melhor semana para o Ibovespa desde 19 a 23 de janeiro. No mês, o Ibovespa sobe 5,26% e, no ano, avança 22,47%, tendo renovado em 2026 recordes de encerramento em 16 ocasiões, com a de hoje.

Na B3, as principais blue chips avançaram nesta sexta-feira, como Vale (VALE3 +1,06%) e Petrobras (PETR3 +2,49%, PETR4 +2,36%, ambas nas máximas do dia no fechamento), enquanto os ganhos entre os maiores bancos chegaram a 0,74% (Bradesco BBDC4).

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos, aponta que o dólar hoje reagiu às expectativas mais favoráveis em relação ao cenário externo, sobretudo no que diz respeito ao Oriente Médio e, em menor grau, ao fluxo positivo em relação ao Brasil, impulsionado ainda pela abertura da curva de juros. Essa, por sua vez, foi reflexo do IPCA acima das expectativas.

Os dados do IPCA vieram bastante acima das expectativas, ao registrar alta de 0,88% em março. Embora uma leitura cheia ruim, e que limita o Copom no curto prazo, parte significativa da surpresa da alta veio de itens como combustíveis, refletindo impacto direto do choque dos preços do petróleo. “Ou seja, se de fator houver a normalização destes preços, com um acordo de paz para o conflito, é razoável esperar a reversão destes preços”, analisa Perri.

Destaque da agenda global nesta conclusão de semana, a inflação nos Estados Unidos subiu ao maior nível em dois anos, puxada pelos preços de energia com a guerra no Oriente Médio. Ainda assim, a primeira leitura desde o início do conflito, no fim de fevereiro, veio em linha com o cenário de Wall Street, que manteve a expectativa de retomada dos cortes de juros nos EUA apenas entre junho e setembro de 2027, reporta de Nova York a correspondente da Broadcast, Aline Bronzati. Os principais índices de ações em Nova York perderam fôlego à tarde e mostraram variação entre -0,56% (Dow Jones) e +0,35% (Nasdaq) no fechamento, à espera das negociações deste fim de semana entre EUA e Irã, mediadas pelo Paquistão na capital, Islamabad. Os rendimentos dos Treasuries avançaram na sessão, e os contratos futuros do Brent e do WTI tiveram baixa em torno de 1%, em Londres e Nova York, devolvendo recuperação parcial após o tombo do meio da semana, quando cederam dois dígitos na quarta-feira ante a visão de cessar-fogo.

Já a bolsa brasileira se descolou do exterior, sustentado por um movimento de rotação global e forte fluxo estrangeiro na bolsa brasileira.

Publicidade

Dentre os destaques positivos, paradoxalmente ao recuo dos preços do petróleo, estão as petroleiras, após decisão judicial que derrubou a cobrança de imposto sobre a exportação de petróleo bruto. Entre as maiores altas do pregão ficaram as ações ordinárias da Petrobras (PETR3), que registraram forte alta de 2,49%, a R$ 54, enquanto os papéis preferenciais da estatal (PETR4) avançavam 2,36%, para R$ 49,03.

Destaque ainda para o setor de utilities, como energia elétrica e saneamento e os bancos que sobem com o fluxo estrangeiro vindo ao Brasil. Exemplos são Engie (EGIE3), Eneva (ENEV3), Sabesp (SBSB3) e B3 (B3SA3), que subiram 4,64%, 2,73%, 2,46% e 1,83%, respectivamente.

Com alta de 13,05%, Hapvida (HAPV3) também foi destaque da sessão, com a troca no management e a perspectiva de venda de ativos e desalavancagem.

Na ponta negativa, CSN (CSNA3)caiu com recomendação de venda pelo Morgan Stanley, enquanto Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3) sofrem com prévias de resultados mal recebidas pelo mercado.

Resultado do IPCA

O IPCA subiu 0,88% em março, resultado acima do teto das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, de 0,82%, com mediana positiva de 0,77% e piso de aumento de 0,47%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa acumulada em 12 meses ate março foi de 4,14%, acima da mediana que indicava avanço de 4,03%, mas dentro lo intervalo das projeções, que iam de 3,72% a 4,40%.

Publicidade

“A inflação veio mais forte do que o esperado e mostra que energia e alimentos seguem pressionando os preços, já sob influência do cenário global”, afirma Pablo Spyer, conselheiro da Ancord.

O especialista explica que ainda não é uma crise inflacionária, “mas é um sinal de alerta”. Para o investidor, isso significa um Banco Central mais cauteloso nos próximos passos. “Ou seja, apoiando um corte mais moderado neste mês de abril”, acrescenta.

Para a Genial Investimentos, a surpresa apareceu de forma disseminada entre os grupos. “Dos 13 bps de surpresa, 5 bps vieram de gasolina, o que mostra a vasta contribuição dos combustíveis no número”, explica Gabriel Pestana, economista sênior da Genial.  Entretanto, ele reitera que, desconsiderando estes, a mensagem de deterioração da inflação de curto prazo ainda estaria presente.

Já nos administrados, o principal destaque foi a gasolina, com alta de 4,59% m/m, em linha com as coletas da ANP, o que sugere pressão adicional para os próximos IPCA, com a última rodada de coleta.

Publicidade

O diesel também chamou atenção, com alta de 13,90% em março, apesar do baixo peso no índice. “Em conjunto, o IPCA de março reforça a escalada dos combustíveis e aumenta o risco de efeitos indiretos sobre os demais grupos nos próximos meses, especialmente por meio do custo do frete”, conclui Pestana.

Bolsas nos EUA e Europa

As Bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta, enquanto os índices de Nova York encerraram o pregão com desempenho misto (Dow Jones e S&P 500 em queda e Nasdaq em alta), com o petróleo abaixo de US$ 100 o barril, sustentado pelas incertezas sobre o Estreito de Ormuz e pelas frágeis negociações entre EUA e Irã, após Teerã condicionar a reabertura da rota ao fim dos ataques israelenses no Líbano.

A fraqueza nas Bolsas americanas, após dois dias de altas em Wall Street, ajudou a limitar o fôlego do Ibovespa na sessão, acima dos inéditos 195 mil pontos.

O Dow Jones caiu 0,56%, o S&P 500 recuou 0,11% e o Nasdaq subiu 0,35%. Na Europa, as Bolsas fecharam com desempenho misto, com Londres caindo 0,03%, Paris subindo 0,17% e Frankfurt praticamente estável, com leve recuo de 0,01%.

Os mercados reagiram hoje fundamentalmente às perspectivas de que possa se alcançar paz mais duradoura no Oriente Médio, de olho nas negociações entre Estados Unidos e Irã que acontecerão ao longo do fim de semana no Paquistão. Esse movimento derrubou as cotações do petróleo para abaixo de US$ 100, mas sustentou cautela ao redor do mundo, com os mercados americanos sem viés definido.

Publicidade

Sob pressão do presidente americano Donald Trump, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu autorizou negociações com o Líbano, embora os bombardeios sejam mantidos, ao mesmo tempo em que Trump criticou o Irã por suposta cobrança de taxas a petroleiros que atravessam Ormuz e exigiu a suspensão imediata da prática.

Petróleo e treasuries

Após voltar a rondar os US$ 100, o petróleo passou a oscilar com mais intensidade, refletindo um mercado sem direção clara. No fechamento, o WTI para maio caiu 1,33%, a US$ 96,57, enquanto o Brent para junho fechou com desvalorização de 0,75%, a US$ 95,20.

Já os Treasuries registraram leve queda nos rendimentos, com o juro da T-Note de 2 anos com alta de 0,o4%, o de 10 anos com baixa de 0,14% e o do T-Bond de 30 anos recuou 0,17%.

Como o mercado enxerga o conflito com o Irã?

O mercado precifica 57% de chance de normalização do tráfego na via até 1º de julho, enquanto, para a inflação americana, a mediana das projeções aponta alta de 0,9%, acima dos 0,3% de fevereiro, e de 3,4% em 12 meses, após 2,4% no mês anterior, com apostas no CME Group indicando cortes de juros apenas entre julho e setembro do próximo ano.

Fonte: Broadcast, Dow Jones Newswires e FactSet

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ibovespa hoje
  • Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
  • mercado internacional
  • oriente médio
  • Petróleo
Cotações
14/05/2026 5h35 (delay 15min)
Câmbio
14/05/2026 5h35 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Itaú lança cartão para altíssima renda da Mastercard com até 7 pontos por dólar

  • 2

    Tesouro Selic ou Tesouro Reserva? Veja quais títulos do Tesouro Direto servem para reserva de emergência

  • 3

    Saíram na hora errada? Maioria dos fundos que bateram o Ibovespa perdeu investidores em 12 meses

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda de 1,8% e dólar dispara com áudio vazado de Flávio Bolsonaro

  • 5

    Banco do Brasil no 1T26 hoje: veja o que pode destravar preço da ação na crise no agro

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos podem receber a restituição ainda em maio; entenda como e quando
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos podem receber a restituição ainda em maio; entenda como e quando
Imagem principal sobre o Restituição do Imposto de Renda 2026: quem tem e-mail como Pix pode receber o pagamento? Entenda
Logo E-Investidor
Restituição do Imposto de Renda 2026: quem tem e-mail como Pix pode receber o pagamento? Entenda
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 1º lote da restituição é liberado ainda em maio; veja a data exata
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 1º lote da restituição é liberado ainda em maio; veja a data exata
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: endividados podem usar FGTS para pagar contas atrasadas; entenda quanto é possível sacar
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: endividados podem usar FGTS para pagar contas atrasadas; entenda quanto é possível sacar
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode participar do programa para aliviar dívidas; entenda como
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode participar do programa para aliviar dívidas; entenda como
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Imagem principal sobre o Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Logo E-Investidor
Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Imagem principal sobre o Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Logo E-Investidor
Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje busca recuperação após dia turbulento e acompanha dados dos EUA
Mercado
Ibovespa hoje busca recuperação após dia turbulento e acompanha dados dos EUA

Sem indicadores domésticos relevantes, mercado brasileiro acompanha agenda internacional enquanto digere queda de 1,8% na sessão anterior

14/05/2026 | 04h30 | Por Estadão Conteúdo
Guru mais otimista de Wall Street prevê rali do S&P 500 em 2026 e alta mais expressiva até 2029; veja as projeções
Mercado
Guru mais otimista de Wall Street prevê rali do S&P 500 em 2026 e alta mais expressiva até 2029; veja as projeções

Presidente da Yardeni Research vê resultados das empresas como impulso para a bolsa de Nova York; outras casas também revisam estimativas

13/05/2026 | 19h29 | Por Jason Ma, da Fortune
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas pelo 2º dia seguido; Localiza (RENT3) cai 6%
Mercado
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas pelo 2º dia seguido; Localiza (RENT3) cai 6%

Divulgação de áudios trocados entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro mexeu com os mercados nesta quarta-feira (13)

13/05/2026 | 18h58 | Por Beatriz Rocha
Dasa (DASA3) mostra forte desempenho no 1T26 e recebe recomendação de compra; ação sobe 3%
Mercado
Dasa (DASA3) mostra forte desempenho no 1T26 e recebe recomendação de compra; ação sobe 3%

Com lucro de R$ 9 milhões, companhia dispara no Ibovespa após focar em medicina diagnóstica

13/05/2026 | 16h47 | Por Ana Ayub

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador