Segundo o relatório, em 2022, os preços tiveram em média um avanço de 8,1% nas maiores metrópoles globais, o maior aumento registrado em 20 anos. O resultado reflete os efeitos da crise desencadeada pela Guerra na Ucrânia e pelas restrições impostas pela China com a política de covid-zero.
As altas mais fortes foram observadas no preço do gás e da eletricidade, que subiu 11% ao ano, e no valor do litro da gasolina, cujo aumento alcançou em média 22% este ano.
Na lista das dez cidades mais caras, atrás de Nova York e Cingapura, estão Tel Aviv, Hong Kong, Los Angeles, Zurique, Genebra, São Francisco, Paris, Copenhagen e Sydney.
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