• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Incertezas fiscais devem diminuir, mas ainda pautarão os mercados

A definição do novo ministro da Economia e da proposta para navegar no plano fiscal deve reduzir as tensões

Por Dalton Gardimam, economista-chefe da Ágora Investimentos

06/12/2022 | 8:01 Atualização: 06/12/2022 | 9:52

Receba esta Coluna no seu e-mail
Dalton Gardimam, economista-chefe da Ágora Investimentos (Foto: Ágora Investimentos)
Dalton Gardimam, economista-chefe da Ágora Investimentos (Foto: Ágora Investimentos)

Recentemente temos visto um “pêndulo de preocupações” a ditar os mercados locais. No mês passado, a pauta internacional dominou os jornais e as análises, especialmente com a mídia mostrando uma série ampla de preocupações com a economia global em 2023.

Leia mais:
  • Mercado analisa fala de Lula sobre o futuro ministro da Fazenda
  • Gestores revelam seus maiores temores para o novo governo Lula
  • Como o mercado viu o texto da PEC de Transição que derrubou a Bolsa
Cotações
09/02/2026 22h21 (delay 15min)
Câmbio
09/02/2026 22h21 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Recessão e desaceleração nas principais regiões do mundo, notadamente na Europa, política de covid-zero na China (que aumentou ainda mais as restrições nesses últimos dias), sem contar a inflação alta em praticamente todo lugar. Nesse mês, após a definição da eleição, o pêndulo das preocupações voltou-se para os aspectos domésticos, notadamente os fiscais.

A indefinição do novo regime fiscal, de uma (nova?) regra fiscal, do gasto extra fora do teto de gastos em 2023 castiga o humor dos mercados, justamente porque o tamanho da dívida pública é muito alto (ligeiramente abaixo de 80% do PIB). Com endividamento alto, a margem de manobra fica baixa ou inexistente, daí a necessidade de uma definição no campo fiscal nos próximos meses para aliviar os mercados.

Publicidade

Nesse ponto, o pêndulo se voltando para fatores domésticos, notadamente com um olho no fiscal, acreditamos que a definição, nas próximas semanas, de um ministro da Economia, de sua equipe, e da proposta para navegar no plano fiscal em 2023-2026 deverá diminuir o tamanho dessa incerteza. Entendemos que anúncios serão feitos, planos tendem a ter alguma consistência quando do momento de seus anúncios, de modo que a “ansiedade” dos mercados se voltará ao longo do tempo para a execução do plano fiscal a ser proposto.

Nesse processo, é lícito imaginar um período de menor incerteza (ainda que isso não signifique um relaxamento). Claro, que a retórica de mais gasto quando se tem dívida alta, juros altos e inflação ainda fora da meta, parece ser inconsistente com uma melhora dos mercados. O problema aqui reside no tamanho da percepção de risco.

De novo, é muito improvável que o novo ministro da Economia não venha a fazer anúncios no plano fiscal. Aqui, as oportunidades de investimento na curva de juros, nas posições pré-fixadas, apesar de seu risco mais elevado e sua volatilidade intrínseca, parecem oportunas, pois estão em níveis relativamente extremos.

A melhora da inflação nos EUA

Talvez, a melhor mensagem para os investidores vinda dos dados foi a melhora no índice de preços ao consumidor nos EUA. Esse índice havia chegado a 9,1% em junho desse ano, e na última divulgação chegou a 7,7% em outubro num claro alívio na comparação interanual.

É importante mencionar que a meta de inflação (implícita no caso dos EUA) é de 2%. Mesmo com essa melhora recente, o caminho para a convergência ainda é gigante, pois os juros nos EUA ainda estão no patamar de 3,75% a 4%.

Publicidade

Não é necessário sofisticar muito a análise aqui para vermos que a taxa de juros suficiente para deter uma inflação que está em 7,7% e bateu 9,1% é maior que as taxas atuais.

Os mercados estimam em 5% o pico dos juros básicos nos EUA no início de 2023, esse número está poucos decimais abaixo do pico prévio, de modo que a pergunta a ser feita é se o pior já passou em termos de inflação e de aperto de juros (peak tightening, peak inflation). Acreditamos que sim. Aqui a mensagem para os investidores em ativos de risco é menos positiva do que parece: os mercados dão conta que a inflação cede, mas cede muito lentamente, e uma das razões é que a probabilidade de uma recessão nos EUA é alta.

Ao se celebrar que os juros não subirão ao ponto de superar muito os 5%, isso vem acompanhado de uma recessão com natural compressão dos lucros. Como é de praxe nesses momentos, é muito difícil precisar o tamanho da desaceleração dos lucros e o potencial de baixa nos mercados de ações nos EUA.

Dilemas fiscais

O grande balizador das perspectivas e do humor dos mercados está sendo o fluxo de notícias sobre o orçamento de 2023 e, de maneira geral, a política fiscal no quadriênio 2023-2026.

E o ponto mais importante a ser considerado no curto prazo é o tamanho do gasto acima do limite do teto (dado pela emenda constitucional 95).

Publicidade

Há números desde R$ 80 bilhões até R$ 200 bilhões. Algo como R$ 80 bilhões a mais (fora do teto) com validade para 1 ano seria, nessa altura, algo relativamente neutro para os mercados, ainda que o Brasil volte a postar déficits primários em 2023.

Com tanta indefinição, déficits em torno de -1,5% do PIB parecem prováveis, ainda que os detalhes precisem ser definidos. Déficits em alta significam dívida em alta. A dívida pública deve voltar a crescer. Temos uma projeção de 81% do PIB para fim de 2023.

Mais do que números (que definirão o curto prazo), o novo governo precisa definir qual será a regra a ser seguida, ou se abandonar regras fiscais (como a emenda constitucional 95 – o teto de gastos) o que será posto no lugar. Fica difícil ancorar expectativas sem uma regra ou um modelo a ser seguido (meta de dívida pública por exemplo).

Aqui também as informações são muitas e as definições praticamente inexistentes. Acreditamos que, de maneira geral, haverá alguma racionalidade no anúncio das medidas a serem propostas. Até mesmo poderemos ver uma redução no nível de incerteza no curto prazo, com o desafio maior sendo a implementação ao longo do tempo, especialmente se o Brasil flertar com uma recessão (ou PIB próximo de zero em 2023).

Publicidade

Veja a análise completa do economista.

*Dalton Gardimam é economista-chefe da Ágora Investimentos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Governo
  • Inflação
  • Investimentos
  • Mercado de capitais
  • Riscos

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os melhores cartões de crédito de 2026 para milhas, cashback e mais vantagens

  • 2

    O luxo do isolamento total: por que investidores estão comprando vilas inteiras na Europa

  • 3

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 4

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

  • 5

    Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

Publicidade

Quer ler as Colunas de Espaço do Especialista em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Imagem principal sobre o FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Logo E-Investidor
FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Imagem principal sobre o Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Logo E-Investidor
Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Imagem principal sobre o Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Logo E-Investidor
Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Imagem principal sobre o FGTS Digital: o que é e para que serve?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: o que é e para que serve?
Últimas: Colunas
Mercado financeiro: a dúvida sobre um possível apoio de Tarcísio a Flávio
Erich Decat
Mercado financeiro: a dúvida sobre um possível apoio de Tarcísio a Flávio

Mercado financeiro avalia cenários para 2026 e 2030 diante do avanço de Flávio Bolsonaro e da possível ausência de Tarcísio de Freitas na disputa presidencial

09/02/2026 | 14h38 | Por Erich Decat
Crise de saúde mental: todos veem, poucos encaram o custo no trabalho
Ana Paula Hornos
Crise de saúde mental: todos veem, poucos encaram o custo no trabalho

Por que o sofrimento psíquico deixou de ser assunto privado e entrou na agenda das empresas, da governança e da lei (NR-01)

07/02/2026 | 06h30 | Por Ana Paula Hornos
Investir em conexões fortalece o futuro dos negócios
Carol Paiffer
Investir em conexões fortalece o futuro dos negócios

Em um mundo obcecado por performance, relações genuínas ganham peso estratégico ao impulsionar bem-estar, longevidade e inovação nos negócios

06/02/2026 | 19h29 | Por Carol Paiffer
OPINIÃO. Caso Fictor revela como o investidor brinca de cassino
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Caso Fictor revela como o investidor brinca de cassino

Episódio expõe a ilusão do retorno fácil e como a falta de diligência transforma investimento em aposta

05/02/2026 | 16h55 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador