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Comportamento

Inflação cai, mas faz os EUA se perguntarem: o que vem agora?

Os Estados Unidos podem estar chegando ao fim da alta da inflação mas agora se preocupam com uma recessão

Por Jeanna Smialek, New York Times

30/01/2023 | 17:53 Atualização: 30/01/2023 | 17:53

Os Estados Unidos podem ter enfim atingido um ponto de inflexão no que diz respeito à inflação. Foto: Envato Elements
Os Estados Unidos podem ter enfim atingido um ponto de inflexão no que diz respeito à inflação. Foto: Envato Elements

Martin Bate, 31 anos, planejador de serviços de transporte em Fort Worth, Texas, passou metade de 2022 com a sensação de que estava “empacado” conforme os preços da gasolina subiam, os alimentos ficavam mais caros e a perspectiva de um novo aumento de aluguel impactavam cada vez mais suas finanças.

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“Eu estava realmente começando a me sentir apertado financeiramente, de uma forma que nunca havia me sentido antes desde que terminei a faculdade”, disse Bate. Desde então, ele foi promovido e teve um aumento de 12% no salário. O preço da gasolina caiu e o valor dos aluguéis locais baixaram o suficiente para ele conseguir se mudar no próximo mês para um apartamento melhor, cujo metro quadrado é mais barato que o do lugar onde mora hoje.

“Minha situação pessoal melhorou muito”, disse Bate, explicando que está se sentindo cauteloso, porém esperançoso em relação à economia. “Parece que talvez as coisas terminem dando certo.”

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As pessoas em todo o país [Estados Unidos] estão finalmente sentindo um certo alívio dos aumentos contínuos do custo de vida. Depois de inúmeras falsas promessas em 2021 e no início de 2022 – quando os aumentos de preços desaceleraram, mas voltaram a ocorrer em seguida –, os sinais de que a inflação está entrando de verdade numa nova fase começaram a se acumular.

A inflação desacelerou numa base anual por seis meses consecutivos, caindo 6,5% depois de atingir o pico em cerca de 9% no ano passado, em parte à medida que a gasolina ficava mais barata.

Mas a desaceleração é real mesmo deixando de fora a alta volatilidade de alimentos e combustíveis: os preços dos bens e serviços que fazem parte do chamado índice de preços ao consumidor subiram 0,3% ou menos em cada um dos últimos três meses. Isso é mais rápido do que as habituais mudanças mensais de 0,2% antes da pandemia, porém muito mais lentas do que o pico de 0,9% em abril de 2021.

Os Estados Unidos podem ter enfim atingido um ponto de inflexão no que diz respeito à inflação. O foco agora gira em torno do que vem pela frente.

O que vem agora?

Alguns economistas esperam que a inflação continue subindo mais rápido do que antes da pandemia, enquanto outros preveem uma desaceleração considerável. E também há aqueles que esperam algo no meio do caminho desses extremos.

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A previsão que se confirmar fará uma enorme diferença: a velocidade e o alcance da desaceleração da inflação ditarão o quanto os formuladores de políticas do Federal Reserve vão subir as taxas de juros, por quanto tempo elas ficarão elevadas e quais serão seus impactos na economia.

Por ora, a incerteza chocante levou os funcionários do Fed a se manifestarem a favor de uma desaceleração maior – mas não de parar – de seus aumentos das taxas de juros nas reuniões de 31 de janeiro e 1º de fevereiro. Eles recuaram em relação aos aumentos anteriores de 0,75 ponto percentual para uma mudança de 0,5 em dezembro, e muitos apoiam o aumento das taxas desta vez em apenas 0,25. Avançar de forma mais gradual daria aos formuladores de políticas mais oportunidades de ver como a economia está se comportando, diminuindo o risco de a fazerem despencar.

“Se você está viajando de carro e se depara com uma situação de pouca visibilidade ou com uma estrada perigosa, é uma boa ideia desacelerar”, disse Lorie Logan, presidente do Federal Reserve de Dallas, durante um discurso na semana passada. As mesmas considerações que levaram os banqueiros centrais a desacelerar em dezembro “sugerem diminuir ainda mais o ritmo na próxima reunião”.

Enquanto autoridades e economistas tentam descobrir o que acontecerá com a inflação, o destino dos americanos está em jogo. Se o Fed desacelerar demais a economia em sua tentativa de controlar os preços e provocar uma recessão maior que o necessário, as pessoas vão pagar o preço com seus empregos.

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Mas se os aumentos contínuos dos preços consumirem os ganhos salariais e corroerem as poupanças, isso também deixará as famílias em piores condições.

“Eu estou preocupada de verdade com o futuro, devo confessar”, afirmou Karen Loeb, 71 anos, professora de sociologia em Amherst, Massachusetts. Ela tem feito compras em brechós de instituições de caridade e feito seu próprio pão depois de ver os preços dos produtos e mantimentos dispararem ainda mais nos últimos dois anos.

Para pessoas como Karen, assim como para os banqueiros centrais, existem razões importantes para esperar que a inflação se abrande significativamente em 2023.

Os custos com habitação ainda estão aumentando nos dados oficiais de preços, mas os rastreadores de aluguel em tempo real mostram uma desaceleração considerável nos aluguéis cobrados. Os economistas esperam que isso contribua para os dados da inflação nos próximos meses.

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Quando se trata de carros, usados – e, mais recentemente, novos – a relação vem melhorando, o que já começa a levar a quedas nos preços dos automóveis. E uma vasta gama de outros preços de bens estão subindo menos ou baixando conforme os custos com envio voltam aos níveis anteriores à pandemia e a escassez de suprimentos diminui.

Embora a rápida inflação dos produtos tenha sido desencadeada por problemas de oferta, também foi em função da forte demanda: os gastos dos consumidores com produtos para casa e outras mercadorias aumentaram desde 2020, em parte porque as famílias receberam auxílios do governo, além de terem economizado durante os lockdowns, e gastaram em reformas ou equipamentos para acampar. Porém, a procura está diminuindo à medida que o dinheiro poupado vai acabando lentamente.

Além disso, o Fed elevou as taxas de juros de quase zero para mais de 4,25% no ano passado, o que pode afetar os gastos do consumidor e dificultar que as empresas estipulem grandes aumentos de preços sem assustar os compradores.

“Parece uma crise de oferta muito prolongada – até certo ponto uma crise de demanda – a qual sobrevivemos”, disse Omair Sharif, fundador da Inflation Insights. “Essas coisas parecem estar de forma bastante evidente a caminho da normalização.”

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Encorajando os ânimos, não são apenas os preços de alguns bens ou serviços que estão diminuindo. A proporção da categoria de produtos com inflação acima de 3% caiu de quase três quartos no início de 2022 para menos da metade em dezembro, disse Christopher Waller, governador do Fed, em um discurso na semana passada.

Mas os riscos permanecem, porque não está claro se as forças que agora puxam a inflação para baixo serão suficientes para fazer os preços voltarem rapidamente para um ritmo anual de 2%, a meta do Fed.

O crescimento dos salários já está mostrando alguns sinais de desaceleração, e o Fed receberá outro relatório do Índice do Custo do Emprego no dia anterior à sua reunião para decisão sobre a taxa de juros, em 1º de fevereiro.

Apesar de outros indicadores relacionados com o emprego terem se mostrado mais resilientes, os funcionários do Fed anteciparam em suas previsões econômicas mais recentes que o desemprego subiria de 3,5%, taxa atual, para 4,6%, até o final do ano.

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Embora isso prejudique algumas famílias, os funcionários do Fed ainda esperam que o impacto não seja tão grande. Levando em consideração os dados recentes da inflação, até mesmo Lawrence H. Summers, economista de Harvard e ex-secretário do Tesouro que tem alertado a respeito do perigo de a economia estar caminhando para uma grande desaceleração, aumentou as chances dos EUA escaparem de uma recessão penosa.

“As desacelerações suaves que não desencadeiam uma recessão são os triunfos da esperança sobre a experiência, mas às vezes a esperança triunfa mesmo sobre a experiência”, disse Summers em entrevista à Bloomberg Television.

(TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA)

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