“O próximo desenvolvimento que o mercado monitorará são os próximos passos da Petrobras em relação ao pagamento de dividendos do 4T22. Acreditamos que há boas chances de a empresa pagar US$ 5 a US$ 7 bilhões (rendimento de 8% a 10%). A Petrobras provavelmente mudará sua diretoria e gestão remanescente até abril/maio”, dizem os analistas Vicente Falanga, do Bradesco BBI, e Ricardo França, da Ágora Investimentos, em relatório divulgado nesta sexta-feira.
Prates é crítico do modelo atual de distribuição de dividendos da estatal e defende a utilização de recursos para investimentos em transição energética, entre outras áreas.