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Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para abril fechou em queda de 0,53%, a US$ 1.817,1 por onça-troy. Na variação semanal, o metal precioso teve baixa de 1,79%.
Na visão do economista Edward Moya, da Oanda, a alta inesperada do PCE junto à melhoria do sentimento do consumidor acabaram prejudicando o ouro e deixando-o na “zona do perigo”, “à medida que as apostas de aumento de taxa do Federal Reserve (Fed) estão aumentando, e o corte dos juros deve ficar para o próximo ano”.
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A previsão de uma alta nos juros por parte do Fed também foi apontada por analistas da High Frequency Economics (HFE), que indicou que o pico dos juros pode inclusive ser mais alto que o esperado em dezembro pelos dirigentes.
Já segundo o Commerzbank, há ainda um risco do preço do ouro cair ainda mais no curto prazo, provavelmente abaixo da marca de US$ 1.800 por onça-troy. “Esperamos que o preço do ouro se recupere na segunda metade do ano, pois as taxas de juros do Fed devem ter atingido o pico e o foco deve mudar para cortes nas taxas à medida que a economia dos EUA enfraquece”.
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