• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Negócios

Crise nos bancos: como o Credit Suisse conseguiu se salvar. Por enquanto

Analistas do JPMorgan Chase veem uma aquisição do banco como o desfecho mais provável

Por Marion Halftermeyer e Myriam Balezou

16/03/2023 | 18:54 Atualização: 16/03/2023 | 18:57

Foto: Spencer Platt/Getty Images via AFP
Foto: Spencer Platt/Getty Images via AFP

O Credit Suisse tentou controlar uma queda na confiança dos investidores nesta quinta-feira, solicitando uma linha de crédito de 50 bilhões de francos suíços (US$ 54 bilhões) com o banco central do país e oferecendo-se para recomprar a dívida, enquanto executivos e funcionários do governo planejam os próximos passos para o credor em apuros.

Leia mais:
  • Falências de bancos pedem novas regras de salvamento
  • CEO da BlackRock admite possível efeito dominó nos bancos dos EUA
  • Crise nos bancos: SVB marca estouro de bolha global, diz Ray Dalio
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

As ações do Credit Suisse subiram inicialmente até 40% antes de diminuir os ganhos, mantendo-se abaixo do valor registrado na quarta-feira, quando sofreram a maior redução desde a crise financeira de 2008. Enquanto os analistas começavam a questionar quanto tempo o anúncio tinha conseguido ganhar, o Conselho Federal suíço estava organizando uma reunião extraordinária na quinta-feira para discutir a situação.

Nesse meio tempo, o principal acionista do Credit Suisse disse mais cedo que “está tudo bem” e que o banco provavelmente não iria solicitar mais capital, um dia depois de seus comentários ajudarem a desencadear a instabilidade das ações. As preocupações com a saúde financeira do Credit Suisse abalaram os mercados globais nas últimas 24 horas, alarmaram reguladores em toda a Europa e nos Estados Unidos e levaram algumas empresas a reavaliar sua exposição ao banco.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O governo, o banco central e a Autoridade Federal de Vigilância do Mercado Financeiro (Finma) têm estado em contato direto para discutir formas de estabilizar o Credit Suisse. As ideias propostas – além da demonstração pública de apoio – incluem uma separação da unidade suíça do banco e uma improvável parceria orquestrada com o maior rival suíço, o UBS, segundo fontes familiarizadas com o assunto, alertando não estar claro qual dessas medidas, se for o caso, seria de fato concretizada. O Credit Suisse ainda não utilizou a linha de crédito do banco central suíço, de acordo com uma fonte a par do tema.

Enquanto isso, os executivos estão insistindo que uma reformulação estratégica anunciada em outubro continua sendo o principal plano para reverter a situação do banco, e as recompras de dívida evidenciam os pontos fortes do banco.

“Essas medidas demonstram uma ação decisiva para fortalecer o Credit Suisse conforme continuamos nossa transformação estratégica”, disse o CEO, Ulrich Koerner, em um comunicado. “Minha equipe e eu estamos determinados a seguir em frente com celeridade para oferecer um banco mais simples e mais focado, construído com base nas necessidades dos clientes.”

No entanto, analistas do JPMorgan Chase veem uma aquisição do banco como o desfecho mais provável.

Publicidade

Analistas liderados por Kian Abouhossein projetaram três cenários para o Credit Suisse em meio a uma crise de confiança dos investidores no banco, e dizem que uma aquisição – com o rival UBS sendo uma provável opção para isso – é o mais provável.

Uma negociação poderia ser seguida por uma listagem ou desmembramento da parte credora do banco suíço, avaliada em 10 bilhões de francos suíços (US$ 10,8 bilhões), dada a concentração de mercado entre o Credit Suisse e o UBS, disseram os analistas, que têm uma classificação neutra em relação ao Credit Suisse.

O Credit Suisse anunciou pelo menos a sua segunda recompra de dívida apenas nos últimos seis meses, já que busca recuperar a confiança dos investidores. O banco se ofereceu para recomprar cerca de US$ 3 bilhões de sua dívida em outubro do ano passado, dizendo na época que queria “aproveitar as condições do mercado para recomprar a dívida a preços convidativos”.

A mais recente tender offer é válida para dez títulos de dívida sênior no valor máximo de US$ 2,5 bilhões, assim como para quatro títulos de dívida sênior denominados em euros no valor máximo de 500 milhões de euros.

Publicidade

O empréstimo vem na forma de uma linha de crédito coberta, assim como uma linha de liquidez de curto prazo, que são totalmente garantidas por ativos de alta qualidade, segundo o banco. No final de 2022, o Credit Suisse tinha uma taxa CET1 de 14,1% e uma taxa média de cobertura de liquidez de 144%, que desde então melhorou para aproximadamente 150%, desde 14 de março, acrescentou. O banco central da Suíça recusou-se a fazer mais comentários a respeito da linha de crédito.

O segundo maior credor da Suíça, cujas origens remontam a 1856, tem sido atingido nos últimos anos por uma série de afrontas, escândalos, renovação de liderança e questões legais. A perda da empresa de 7,3 bilhões de francos no ano passado deu fim aos lucros da década anterior, e a segunda mudança estratégica do banco em tantos anos até agora não conseguiu conquistar investidores ou deter a retirada de capital de clientes.

O credor disse em seu relatório anual no início desta semana que os saques de clientes continuaram em março, embora Koerner posteriormente tenha dito na Bloomberg Television que o banco atraiu fundos depois da falência do Silicon Valley Bank.

A base para a súbita reviravolta do Credit Suisse foi estabelecida no início da semana, enquanto os investidores tentavam se afastar do risco bancário após a falência do SVB. Então as ações do banco suíço caíram para o nível mais baixo já registrado depois que o presidente do Saudi National Bank disse que não aumentaria sua participação no banco, mantendo-se com quase 10%.

Publicidade

Na terça-feira, Koerner pediu paciência e disse que a posição financeira do banco era saudável. Ele chamou a atenção para a taxa de cobertura de liquidez da empresa, que indica que o banco pode lidar com mais de um mês de saques durante um período de estresse. O presidente do Credit Suisse, Axel Lehmann, disse em uma conferência na quarta-feira que a ajuda do governo “não era nada demais” e que os esforços da empresa para voltar a lucrar não são comparáveis aos problemas de liquidez graves atingindo bancos menores nos EUA.

Os repórteres da Bloomberg Ameya Karve, Jan-Henrik Foerster, Ishika Mookerjee, Winnie Hsu, Bastian Benrath, Ambereen Choudhury e Jan-Patrick Barnert contribuíram com esta matéria.

TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bancos
  • Circuit Breaker
  • Conteúdo E-Investidor
  • Credit Suisse
  • Crédito
Cotações
10/02/2026 15h17 (delay 15min)
Câmbio
10/02/2026 15h17 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

  • 3

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

  • 4

    Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

  • 5

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Logo E-Investidor
FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Imagem principal sobre o INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Logo E-Investidor
INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Imagem principal sobre o FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Logo E-Investidor
FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Últimas: Negócios
Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas
Negócios
Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

Analistas apontam ajuste nos fundos imobiliários mais sensíveis à curva longa de juros; operação impacta o IFIX, que encerrou a última semana em queda de 0,36%

09/02/2026 | 09h53 | Por Isabela Ortiz
Empresário que foi sócio de resort ligado à família Toffoli patrocinou evento com juízes do STF ao lado do Master
Negócios
Empresário que foi sócio de resort ligado à família Toffoli patrocinou evento com juízes do STF ao lado do Master

Alberto Leite, fundador da FS Security, comprou participação no resort Tayayá, por meio de um fundo, após os irmãos de Toffoli e o cunhado de Daniel Vorcaro saírem do empreendimento. Procurado, Leite diz nunca ter mantido vínculos financeiros com ministros do STF

06/02/2026 | 13h15 | Por Jenne Andrade
Trillia: novo projeto da B3 une negócios de dados e mira resultado recorrente para a empresa
Negócios
Trillia: novo projeto da B3 une negócios de dados e mira resultado recorrente para a empresa

Bolsa brasileira reúne sob o mesmo “guarda-chuva” PDTec, Neoway, Neurotech e DataStock

05/02/2026 | 14h25 | Por Beatriz Rocha
Banco do Brasil tem novo comando nas operações em Nova York
Negócios
Banco do Brasil tem novo comando nas operações em Nova York

Com mais de três décadas no BB, Maurício Itagyba se tornou o novo gerente geral da unidade nos EUA

04/02/2026 | 17h16 | Por Aline Bronzati

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador