• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Negócios

Quando o torcedor vai poder investir em ações do time do coração?

Bolsa já discute a entrada de clubes-empresa, as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), no mercado financeiro

Por Iuri Gonçalves

31/03/2023 | 15:14 Atualização: 31/03/2023 | 15:23

Clubes como Botafogo, Cruzeiro e Vasco já aderiram ao modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAFs) (Foto: Envato Elements)
Clubes como Botafogo, Cruzeiro e Vasco já aderiram ao modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAFs) (Foto: Envato Elements)

Após uma corrida pela transformação de clubes tradicionais com grandes dívidas em Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), entre 2021 e 2022, uma nova leva de grandes investimentos deve mirar a pulverização estratégica de capital no esporte.

Leia mais:
  • IPO de clubes de futebol na B3 pode ser realidade nos próximos 5 anos
  • Guga Kuerten diz ser investidor conservador
  • O que acontecerá com a Bolsa no 2º tri? O plano de Haddad dirá
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A Lei 14.193, que instituiu as Sociedades Anônimas do Futebol, permite aos clubes organizados em modelos associativos separarem o futebol das demais atividades da associação civil, transformando-o em empresas. A regulamentação autoriza que as dívidas contraídas pelo clube social sejam transferidas à sociedade anônima, além de oferecer uma alternativa à recuperação judicial: o Regime Centralizado de Execuções (RCE).

Com dívidas rodeando a casa dos bilhões, clubes como Botafogo, Cruzeiro e Vasco buscaram na SAF uma alternativa para lidar financeiramente e juridicamente com os seus altos passivos. “Essa foi a primeira onda do futebol brasileiro”, diz o ex-CEO do Botafogo e executivo Jorge Braga.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A Eagle Holding, liderada pelo empresário americano John Textor, levou 90% do Botafogo e a Tara Sports, do ex-atacante Ronaldo Fenômeno, comprou uma parcela igual do Cruzeiro. Já o Vasco teve 70% do futebol comprado pela plataforma de investimentos 777partners.

O próximo passo dos clubes-empresa

Na primeira bateria de compras, as empresas entraram nas sociedades como sócios majoritários, enquanto as associações civis mantiveram parcelas minoritárias das novas empresas. O mesmo ocorreu com outros clubes tradicionais e ascendentes de fora do eixo sul-sudeste, como o Bahia, que vendeu 90% do seu futebol ao Grupo City, dono do inglês Manchester City.

Para Luiz Mello, CEO do Vasco, deve-se observar um próximo momento em que clubes que se tornam SAF tentam manter o poder sobre as decisões do negócio, preservando a parcela majoritária de mais de 50% das empresas.

Fora do Brasil, diversos clubes-empresa tradicionais atuam dessa forma. Em Portugal, Benfica, Sporting e Porto, três dos times mais tradicionais do país, mantém a maior parte do capital social das suas Sociedades Anônimas Desportivas (SADs), espécie de SAF lusitana, nas mãos das associações.

  • Aposta esportiva é investimento?

No caso destes clubes portugueses, a percentagem das SADs que não fica com a associação é pulverizada em investidores minoritários — que em alguns casos têm quantidades expressivas das empresas. No Benfica, o empresário José António dos Santos possui 13,67% de participação social, ao passo que o clube tem 66,98%.

Braga menciona, no entanto, o exemplo de um clube alemão, o Bayern de Munique, como um modelo mais sofisticado e avalia que ele possa servir de inspiração para as próximas movimentações de grandes clubes brasileiros a se tornarem empresas.

Publicidade

O time alemão possui 75% da empresa e conta com outros investidores: Adidas, fornecedora de materiais do clube, Allianz, patrocinadora e detentora dos naming rights do estádio, e Audi, outra patrocinadora, possuem 8,33% do negócio cada uma.

Segundo o ex-CEO do Borafogo, essa é uma decisão estratégica do clube para diminuir o risco da operação e, junto com o dinheiro, trazer uma expertise de um parceiro.

Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, mencionou em entrevista à TV Brasil o Bayern de Munique como um exemplo na linha do que acredita ser um modelo positivo de SAF. “Os detentores do clube mantém o controle do capital do Bayern, existem alguns parceiros estratégicos, que são inclusive patrocinadores, mas o controle continua sendo do clube”.

Times no mercado de capitais

Até a criação da lei das SAFs, a participação de clubes no mercado de capitais era vista com ceticismo. “Quando você tem de fato a conversão em lei, aí sim o tema começa a ganhar envergadura dentro do mercado de capitais”, diz a diretora de Emissores, Flavia Mouta.

A Bolsa de Valores brasileira (B3) já estuda como ajudar os clubes a se inserirem no mercado de capitais em três principais vertentes: mercado de dívidas, de securitização e ações. A bolsa tem feito eventos, fóruns e grupos de estudo sobre o tema. Mas Flavia alerta que qualquer diagnóstico ou previsão que se faça hoje sobre a entrada dos clubes nestes mercados ainda é prematura.

  • O que é um IPO: saiba como empresas estreiam na Bolsa de Valores.

A princípio, estabelecer um cenário ideal de governança e boas práticas que os clubes devem seguir para fazer as transações na Bolsa é o foco da B3, avaliando as experiências de outros países e as particularidades do universo do futebol.

Publicidade

Os temas relacionados a governança nesse tipo de atividade não variam tanto quando relacionados a outros segmentos do mercado, qualidade da administração, participação de membros independentes na administração, estruturas que garantam fiscalização e controle, auditoria e gestão de risco, estão no radar da B3.

Mas o superintendente de Desenvolvimento de Mercado para Emissores da B3, Fernando de Andrade Mota, explica que, no caso das SAFs, um foco de estudo tem sido a separação dos interesses desportivos e econômicos, como a limitação para que um mesmo acionista não seja controlador de dois clubes.

As SADs de Portugal são uma das principais referências para a elaboração da lei das SAF e, segundo Flavia, “temos muito o que beber dessa fonte para conseguir criar um mercado robusto aqui no Brasil”.

As debêntures-fut

Debêntures são títulos de crédito privados emitidos por empresas a fim de financiamento. Elas podem ser negociadas no mercado sem que a empresa tenha chegado na estrutura necessária para fazer uma abertura do capital para a compra de ações. Na lei das SAFs, foram definidas as debêntures-fut, que seguem o mesmo princípio.

De acordo com o diretor administrativo da Associação Brasileira de Gestão do Esporte (Abragesp), Ivan Furegato, a emissão de debêntures por times de futebol ocorre em Portugal, inspiração para as SAFs. “Grandes clubes de Portugal emitem esses títulos, que não são negociados em bolsa, mas eles emitem esses títulos que os torcedores podem comprar”, aponta.

Publicidade

Mello relembra que uma das perspectivas quando o Vasco se tornou SAF era de transformar 10% dos 30% da participação preservada pela associação em debêntures com prazos e condições de mercado. “Era uma ideia lá atrás para associação e eu imagino que isso possa ser levado para frente também”, diz.

  • O que são debêntures e como funcionam as aplicações.

“Me parece uma possibilidade que vem em um segundo momento, a partir de um amadurecimento desse modelo. Talvez com clubes que estejam até um pouco mais bem organizados”, afirma Furegato.

A emissão de debêntures depende de uma série de processos, como a definição de condições pela empresa e aprovação pelo seu conselho. Elas ainda precisam ser registradas e autorizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Além disso, na avaliação de Braga, esse tipo de produto pode não ser muito atrativo para os investidores. Para ele, com as taxas de juros altas no Brasil, é difícil transformar a rentabilidade dos títulos de crédito privados em opções que chamem a atenção para aplicações.

Pela lei das SAFs, a remuneração das debêntures-fut não pode ser inferior ao rendimento anualizado da poupança e o seu prazo deve ser igual ou superior a dois anos, com pagamento periódico de rendimentos.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • b3sa3
Cotações
10/02/2026 2h52 (delay 15min)
Câmbio
10/02/2026 2h52 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os melhores cartões de crédito de 2026 para milhas, cashback e mais vantagens

  • 2

    O luxo do isolamento total: por que investidores estão comprando vilas inteiras na Europa

  • 3

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 4

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

  • 5

    Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Imagem principal sobre o FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Logo E-Investidor
FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Imagem principal sobre o Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Logo E-Investidor
Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Imagem principal sobre o Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Logo E-Investidor
Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Imagem principal sobre o FGTS Digital: o que é e para que serve?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: o que é e para que serve?
Últimas: Negócios
Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas
Negócios
Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

Analistas apontam ajuste nos fundos imobiliários mais sensíveis à curva longa de juros; operação impacta o IFIX, que encerrou a última semana em queda de 0,36%

09/02/2026 | 09h53 | Por Isabela Ortiz
Empresário que foi sócio de resort ligado à família Toffoli patrocinou evento com juízes do STF ao lado do Master
Negócios
Empresário que foi sócio de resort ligado à família Toffoli patrocinou evento com juízes do STF ao lado do Master

Alberto Leite, fundador da FS Security, comprou participação no resort Tayayá, por meio de um fundo, após os irmãos de Toffoli e o cunhado de Daniel Vorcaro saírem do empreendimento. Procurado, Leite diz nunca ter mantido vínculos financeiros com ministros do STF

06/02/2026 | 13h15 | Por Jenne Andrade
Trillia: novo projeto da B3 une negócios de dados e mira resultado recorrente para a empresa
Negócios
Trillia: novo projeto da B3 une negócios de dados e mira resultado recorrente para a empresa

Bolsa brasileira reúne sob o mesmo “guarda-chuva” PDTec, Neoway, Neurotech e DataStock

05/02/2026 | 14h25 | Por Beatriz Rocha
Banco do Brasil tem novo comando nas operações em Nova York
Negócios
Banco do Brasil tem novo comando nas operações em Nova York

Com mais de três décadas no BB, Maurício Itagyba se tornou o novo gerente geral da unidade nos EUA

04/02/2026 | 17h16 | Por Aline Bronzati

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador