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Dólar cai 0,52% e fecha a R$ 5,2430 após alívio com bancos no exterior

Moeda acumulou alta de 1,19% na semana passada

Por Antonio Perez

20/03/2023 | 18:26 Atualização: 20/03/2023 | 18:26

Notas de dólar 07/11/2016 REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração
Notas de dólar 07/11/2016 REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração

Após acumular alta de 1,19% na semana passada, o dólar encerrou a sessão desta segunda-feira, 20, em queda de 0,52%, cotado a R$ 5,2430 no mercado doméstico de câmbio. Segundo operadores, agentes aproveitaram o sinal predominante de baixa da moeda americana no exterior, em meio à diminuição dos temores de uma crise de crédito mais aguda nos Estados Unido e na Europa, para realizar lucros e ajustar posições. Por aqui, há certa cautela diante das negociações, em Brasília, em torno do novo arcabouço fiscal, com queda de braço entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ala política do governo.

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Lá fora, investidores digeriram hoje a compra do Credit Suisse pelo UBS, com amplo apoio do Banco Central suíço, e a ação orquestrada de bancos centrais desenvolvidos para prover liquidez em dólares, com a possibilidade de operações diárias de swap cambiais com o Federal Reserve. Embora ainda haja dúvidas sobre os desdobramentos do caso Credit Suisse e desconfiança em relação aos bancos médios nos EUA, cuja bola da vez parece ser o First Republic Bank, houve certa recuperação do apetite ao risco. Uma corrente minoritária do mercado aposta que, diante do aperto das condições financeiras provocado pelos problemas no mercado de crédito, o Fed vai interromper o processo de alta dos Fed Funds na quarta-feira, 22.

Para o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo, os negócios no mercado de câmbio foram claramente pautados pelo comportamento do dólar no exterior. “A ação dos BCs ajudou a dissipar parte da névoa, mas ainda existe muita incerteza no horizonte. O mercado vai olhar com lupa a situação dos bancos médios nos Estados Unidos e novas vítimas podem aparecer. A questão é saber se o Fed errou ao olhar apenas para emprego e inflação todo esse tempo, sem dar atenção à saúde do sistema financeiro”, diz Galhardo.

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Termômetro do desempenho do dólar frente a uma cesta de seis divisas fortes, o índice DXY operou em baixa ao longo do dia, furando os 103,300 pontos, com fortalecimento do euro e do iene. No Parlamento Europeu, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, como era de se esperar, disse que o sistema financeiro da zona do euro está sólido. E acrescentou que a estabilidade de preços segue sendo o que guia as decisões de política monetária.

Segundo a economista-chefe da Veedha Investimentos, Camila Abdelmalack, a fraqueza do DXY reflete, em parte, as mudanças nas apostas para a taxa terminal de juros nos EUA para uma faixa mais perto de 5% do que 6%. “Vemos alguma recomposição do real hoje, mas sem tanta força por conta da cautela com a apresentação do novo arcabouço. O risco fiscal continua sendo o grande empecilho para uma recuperação mais expressiva do real”, afirma Abdelmalack.

Sob o chamado “fogo amigo” da ala política do governo, o ministro da Fazenda cumpriu determinação de Lula e visitou hoje os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para apresentar a proposta do novo arcabouço. Na saída de encontro com Pacheco, Haddad afirmou que a recepção das lideranças partidárias e dos presidentes da Câmara e do Senado “foi muito boa”. O ministro garantiu que o anúncio do novo arcabouço será feito antes da visita presidencial à China, no dia 26.

Não se sabe, contudo, se o texto virá á público antes do desfecho da reunião do Copom, no início da noite de quarta-feira, 22. A aposta unânime é de manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano. As expectativas giram em torno do comunicado do colegiado, que pode, sob o impacto da decisão do Fed e, talvez, da proposta do novo arcabouço fiscal, trazer sinais sobre início de processo de corte da Selic ainda neste primeiro semestre.

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