O índice Dow Jones fechou em alta de 1,26%, em 33.274,15 pontos, o S&P 500 subiu 1,44%, a 4.109,31 pontos, e o Nasdaq avançou 1,74%, a 12.221,91 pontos. Na comparação semanal, os índices subiram 3,22%, 3,48% e 3,37%, respectivamente. Já no mês de março, o Dow Jones caiu 0,35%, o S&P 500 avançou 1,57% e o Nasdaq subiu 4,56%.
O PCE subiu 0,3% em fevereiro ante janeiro informou hoje o Departamento do Comércio, com alta anual de 5,0%. Já o núcleo do índice, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, cresceu 0,3% no mês e 4,6% ante igual mês de 2022. As previsões, no caso do núcleo, eram de altas de 0,4% e 4,7%, portanto os números vieram abaixo do previsto por analistas consultados pelo Wall Street Journal.
A reação ao dado apoiou a tomada de risco hoje. Entre dirigentes do Fed, Susan Collins (Boston) considerou que o PCE havia sido uma “notícia positiva”. Collins ainda argumentou que é preciso equilibrar os riscos, para não apertar em demasia a política monetária. No monitoramento do CME Group, de qualquer modo, ao longo do dia houve bastante equilíbrio entre a chance de manutenção dos juros ou alta de 25 pontos-base, na próxima reunião do BC americano, no início de maio. O Capital Economics viu o dado como “levemente encorajador” para os dirigentes do Fed, mas também apontou que a inflação segue muito elevada, enquanto a Oxford Economics considerou que o PCE mostra que uma “leve recessão” nos EUA ainda é provável.
Nas bolsas, o tom foi positivo durante o dia, com máximas na hora final do pregão. O setor bancário, foco de tensões recentes, também se saiu bem: Citigroup subiu 1,78%, JPMorgan teve alta de 1,21% e Goldman Sachs, de 1,86%. Entre papéis de peso de outros segmentos, Apple fechou em alta de 1,56%, Amazon ganhou 1,26%, Alphabet subiu 2,81% e Meta, 1,97%. Boeing fechou com alta de 0,66%, Chevron subiu 0,47% e Ford Motor, 2,52%.