Em comunicado ao mercado, a Rec Logística argumentou que a decisão tem como objetivo “viabilizar opções para o cumprimento das obrigações do Fundo” para proteger a saúde financeira da empresa, mas que os os dividendos poderão ser distribuídos “tão logo ocorra um ou mais eventos de liquidez para quitação das obrigações”.
O investimento será incorporado ao valor patrimonial da companhia – tenha acesso ao comunicado na íntegra clicando aqui.
Por meio de uma publicação nas redes, Moise Politi, gestor do RELG11, comentou detalhes sobre a retenção dos dividendos. “Essa é uma medida que na nossa visão e a melhor coisa, para nós e para os investidores e pro fundo”. O executivo informou que a retenção das cotas foi feita para custear o pagamento de um imóvel adquirido pela Rec.
“Quando se adquiriram imóveis para o fundo, um deles foi adquirido com um compra a prazo, partindo o pressuposto de que no futuro fariam se novas emissões para fazer frente ao pagamento da aquisição do imóvel a prazo”, compartilhou o gestor.
Ele afirma que, a princípio, a decisão de compra foi boa porque o imóvel valorizou. Contudo, Politi culpou os juros e afirmou que há uma dificuldade em fazer emissões com o preço atual da cota.
Em um comentário, um possível investidor do fundo respondeu: “RECT foi minha pior aposta. Perdendo quase 50% e sem perspectiva de melhora. Totalmente alavancado. Tenso.”