O conflito se iniciou após o encerramento do contrato original, em outubro de 2020. Na época, o Banco do Brasil desejava renovar o aluguel de apenas dois blocos do conjunto, enquanto o BTG Pactual, administrador do fundo, queria que o contrato fosse renovado em seus termos originais.
O processo ainda segue na Justiça, mas o Banco do Brasil decidiu desocupar 100% do imóvel em março. Segundo o FII, a instituição deve valores relativos à disputa judicial que agora serão somados à quantia do aluguel de abril, acumulando uma inadimplência de R$ 15.087.306,80 sem considerar juros, multa e correção monetária.
Com a falta de pagamento do Banco do Brasil, a distribuição de rendimentos do fundo foi impactada negativamente em, aproximadamente, R$ 7,35 por cota.