De acordo com o analistas Carolina Chimenti, Danilo Arashiro e Marcos Schmidt, a nova estratégia pode causar perdas para a Petrobras caso a diferença entre a paridade dos preços internacionais e a praticada pela petrolífera não seja repassada.
A Moody’s afirma que, no médio prazo, os preços do barril do petróleo devem ficar ou até exceder a faixa de US$ 55 e US$ 75. Esses valores estão abaixo dos patamares vistos em 2022, mas ainda podem forçar a Petrobras a represar preços e incorrer em perdas.
A nova política de preços carece de uma fórmula mais clara, tendo em vista que o preço varia de acordo com o custo alternativo do cliente, com o valor a ser priorizado na precificação e o valor marginal para a estatal, reduzindo a previsibilidade dos preços futuros, afirmaram, em relatório. Para mais detalhes sobre a nova estratégia, acesse essa reportagem.
Os analistas também pontuaram que não acreditam que haverá desvios de preços na gasolina e no diesel em relação ao petróleo internacional no curto prazo, tendo em vista que isso poderia levar a assimetrias no mercado doméstico.