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Criptomoedas

Caso FTX: montanha de provas criminais é uma das maiores da história

Os promotores reuniram evidências que vão desde telefones e laptops até conteúdo de contas do Google

Por David Yaffe-Bellany e Matthew Goldstein, The New York Times

30/05/2023 | 18:21 Atualização: 30/05/2023 | 18:21

Empresa passou por crise de liquidez e pediu falência em novembro do ano passado. (Foto: Reuters)
Empresa passou por crise de liquidez e pediu falência em novembro do ano passado. (Foto: Reuters)

Trechos de códigos de programação. Mais de seis milhões de páginas com e-mails, mensagens enviadas via Slack, além de outros registros digitais. E um caderninho preto preenchido com observações escritas à mão.

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Durante meses, os promotores federais envolvidos no processo criminal contra o executivo de criptomoedas em desgraça Sam Bankman-Fried reuniram uma variedade enorme e incomum de provas. Os documentos incluem históricos de transações com criptomoedas e bate-papos em grupo criptografados da exchange falida de Bankman-Fried, a FTX, assim como reflexões extremamente pessoais registradas por uma testemunha-chave no caso.

A montanha de provas está entre os maiores conjuntos já reunidos em um caso de fraude de títulos de colarinho-branco processado por autoridades federais em Manhattan, de acordo com dados fornecidos por uma pessoa com conhecimento do tema.

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Na ação penal de fraude de títulos contra Martha Stewart de 2004, por exemplo, os promotores produziram 525 mil páginas de provas, porém os números aumentaram consideravelmente nos últimos anos.

A diversidade e o volume crescente de materiais no caso da FTX destacam os desafios legais encarados por Bankman-Fried, 31 anos, denunciado por 13 acusações criminais, incluindo acusações de que ele se apropriou indevidamente de bilhões de dólares de clientes, ludibriou investidores e violou as leis de financiamento de campanhas. Ele se declarou inocente.

Com o julgamento programado para outubro, os promotores reuniram provas que vão desde telefones e laptops até o conteúdo das contas do Google de Bankman-Fried, o que, sozinho, totalizou 2,5 milhões de páginas. Durante uma audiência em março, Nicolas Roos, promotor federal que investiga a FTX, disse que o governo tinha encontrado um laptop abarrotado com tantas informações, que os técnicos do FBI estavam tendo dificuldades para decifrar tudo.

“É uma quantidade enorme para se examinar e, às vezes, você consegue encontrar informações incrivelmente úteis”, disse Moira Penza, ex-promotora federal que agora trabalha de forma autônoma. “É um verdadeiro desafio.”

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Normalmente, as provas em um processo criminal permanecem em grande parte secretas até o início do julgamento. Mas, no caso de Bankman-Fried, as entrevistas e uma revisão de documentos do processo recentes ofereceram uma ideia antecipada da variedade de registros idiossincráticos que os promotores coletaram sobre a FTX.

A investigação começou em novembro, depois que a falência da FTX provocou instabilidade no mercado de criptomoedas. Quase assim que a exchange quebrou, os promotores começaram a reunir documentos, enviar intimações para funcionários da FTX e solicitar registros das campanhas políticas financiadas por Bankman-Fried.

Os pedidos eram muitas vezes vagos. Uma pessoa que recebeu uma intimação disse que os promotores queriam todos os documentos relacionados à FTX e enviaram um grupo de especialistas em dados que levou dias para extrair as informações de um conjunto de dispositivos.

Embora muito do que os procuradores reuniram sejam atividades comuns do mundo corporativo, outros materiais chamam a atenção para a dinâmica particular incomum na FTX.

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O caderno preto, descrito como um diário, pertencia à ex-namorada de Bankman-Fried, Caroline Ellison, que entre as idas e vindas do casal ocupou um cargo de destaque no império de negócios do ex-CEO da FTX, disseram três fontes.

Caroline, que era a CEO da empresa-irmã da exchange, o fundo de hedge Alameda Research, também registrou observações a respeito de Bankman-Fried em uma série de documentos eletrônicos que têm circulado entre os advogados envolvidos no caso, segundo três pessoas a par do tema. Às vezes, disseram duas dessas pessoas, ela demonstrava ressentimento pessoal e profissional em relação a Bankman-Fried.

Os advogados e representantes de Bankman-Fried e Caroline não quiseram se pronunciar ou não responderam aos pedidos de posicionamento sobre as provas do caso. Um porta-voz dos procuradores federais de Manhattan se recusou a comentar o processo de coleta de provas.

A expectativa é que Caroline seja uma testemunha crucial. Ela se declarou culpada pelas acusações de fraude junto com outros dois executivos, Gary Wang e Nishad Singh, e concordou em cooperar com os promotores no processo contra Bankman-Fried. Nos dias seguintes à falência da FTX, Caroline confessou aos funcionários da Alameda que ela, Bankman-Fried, Wang e Singh usaram fundos de clientes da FTX para tapar buracos nas contas da Alameda.

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Ela também namorou Bankman-Fried e morou com ele em uma cobertura nas Bahamas, onde ficava a sede da exchange.

Muitos dos registros corporativos da FTX, incluindo e-mails, mensagens via Slack e históricos de transações, estavam sob os cuidados do Sullivan & Cromwell, o escritório de advocacia que assumiu o controle da exchange depois que ela declarou falência.

Em um documento recente do processo, os advogados de Bankman-Fried argumentaram que os promotores confiaram no Sullivan & Cromwell para atuar a seu favor na obtenção de documentos da empresa. Os advogados alegaram que, ao “terceirizar” esse processo para o escritório, os promotores estavam evitando a responsabilidade legal de entregar possíveis provas úteis para a equipe de defesa de Bankman-Fried.

O trabalho de detetive do Sullivan & Cromwell – que apresentou contas totalizando US$ 55 milhões ao Tribunal de Falências – já está se mostrando benéfico para os promotores. Em um documento apresentado para o processo em janeiro, o Sullivan & Cromwell exibiu um trecho de um código de base implícito da FTX, revelando um recurso que permitia à Alameda pegar emprestado quantias de dinheiro praticamente ilimitadas da exchange.

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Em um e-mail para os advogados do Sullivan & Cromwell naquele mês, Roos solicitou os históricos de transações da FTX para contas de propriedade de Bankman-Fried, Caroline, Wang, Singh e duas outras pessoas, cujos nomes foram censurados, de acordo com registros do tribunal. O promotor também procurou registros de uma conversa em um grupo no aplicativo de mensagens criptografadas Signal, intitulado de “Processamento de Doações”, no qual os executivos da FTX discutiam assuntos relacionados a financiamento de campanhas.

Os promotores também apreenderam provas diretamente com executivos na órbita de Bankman-Fried. No mês passado, o FBI executou um mandado de busca em Maryland, na casa de US$ 4 milhões de Ryan Salame, um executivo com cargo de destaque na FTX que doou dezenas de milhões de dólares para candidatos republicanos, incluindo George Santos, o deputado de Long Island, Nova York, detido recentemente.

Os agentes apreenderam o celular de Salame, assim como um telefone que pertencia a namorada dele, Michelle Bond, lobista das criptomoedas, disseram duas fontes a par do ocorrido. Ela concorreu pelo partido republicano a uma vaga no Congresso em outro distrito de Long Island, mas não foi eleita.

Ao longo do ano, os promotores entregaram suas provas aos advogados de Bankman-Fried.

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Na audiência de março, Roos deu uma atualização detalhada sobre o processo, explicando ao juiz que supervisiona o caso, Lewis A. Kaplan, que os promotores tinham apreendido quatro laptops, entre eles o dispositivo com tantas informações que estava sendo complicado analisá-lo. Esse laptop pertencia a Wang, disseram duas pessoas com conhecimento do assunto.

Os advogados de Wang, Salame e Bond não responderam aos convites de posicionamento.

Roos também disse que o governo tinha entregado para a equipe de defesa quase um milhão de documentos obtidos com testemunhas e outros envolvidos no caso.

“Produzimos 927 mil”, disse ele. “Fazendo uma conta rápida, faltaram talvez outros 110 mil.”

“Um livro de cabeceira”, respondeu Kaplan.

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