Há ainda incerteza sobre o desfecho de uma reunião virtual, amanhã, entre autoridades americanas e chinesas, que revisarão o pacto da fase 1 do acordo comercial sino-americano assinado em janeiro. No mercado de commodities, os contratos futuros de petróleo operavam em baixa moderada pela manhã.
Apesar dos investidores na bolsa brasileira estarem se concentrando na safra de balanços corporativos, que tiveram leitura positiva no geral, o câmbio segue mostrando o desconforto com o cenário fiscal no mercado doméstico.
Com isso,o Ibovespa negocia aos 101.550 pontos, com alta de 1,1%, na contramão dos mercados internacionais. Também reflete no humor do mercado a leitura positiva da melhora da popularidade do presidente Jair Bolsonaro, avanço que é sustentado pelo auxílio emergencial, mesmo que isso signifique maior risco às contas públicas.
Em manhã com divulgação do IBC-BR de junho (reforçou que a retomada está em andamento, apesar de ainda acumular perdas no trimestre, subindo 4,89% em junho ante maio e caindo 10,94% no segundo trimestre), os investidores devem repercutir também nessa sessão as indicações de Diogo Mac Cord para a secretaria especial de Desestatização e Caio Andrade para a Desburocratização.
Entre os destaques positivos do pregão temos as ações da Suzano e da JBS, que reportaram balanços positivos. Já as empresas de varejo têm uma sessão de realização dos lucros auferidos recentemente.
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