Os índices em NY mostram pouco ímpeto e operam próximos a estabilidade, depois das máximas históricas do S&P 500 e do Nasdaq na sessão anterior. As bolsas europeias operam em alta, mas com folego curto, e o petróleo opera em baixa, diante das preocupações relacionadas ao aumento de casos do novo coronavírus na Europa e Ásia.
O receio é de que essa nova onda de infectados pela doença atrapalhe ainda mais a retomada da economia global. Em meio a este cenário de incertezas, a disputa eleitoral nos EUA ganha corpo. Ontem, o ex-vice presidente dos Estados Unidos Joe Biden conquistou os votos necessários de delegados estaduais, na convenção nacional do Partido Democrata, para se tornar candidato nas eleições de 3 de novembro.
Já no Brasil, os ativos apresentam uma sessão de volatilidade, com aumento da cautela no início da tarde. O tema sobre as contas públicas segue no centro das atenções. No câmbio, o dólar exibe alta, sendo negociado próximo a R$ 5,50 novamente.
O Ibovespa, mesmo com os principais índices acionários globais exibindo ganhos modestos, tinha tendência negativa em torno das 13h, negociando próximo aos 101.500 pontos, com queda de 0,5%, após forte correção positiva ontem. Entre os destaques de alta estão as ações da Ultrapar e de companhias de proteína animal e siderúrgicas. As ações de Sabesp e Eletrobrás estão entre as maiores quedas.
No caso da Eletrobras, o movimento se deve à leitura dos investidores de que a privatização da companhia deve ficar mais para frente. Sabesp cai após o governador Dória gerar dúvidas sobre a privatização.