O nome agradou o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar, que havia declarado que a demora excessiva, sem qualquer justificativa, prejudicava a imagem da Petros junto aos participantes e assistidos e o próprio Sistema Fechado de Previdência Complementar, além de colocar a Fundação sob risco de intervenção da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).
“Tenho certeza absoluta que (Henrique Jager) fará um excelente trabalho à frente da Petros, segundo maior fundo de pensão do Brasil, melhorando a administração desses recursos importantes para a categoria petroleira e para o País”, disse Bacelar.
Ele prevê que o economista saberá resolver os problemas da fundação de forma negociada com a FUP e as demais entidades sindicais do setor.