“A ata do Fomc reforçou o que já havia sido falado anteriormente em relação à necessidade de novos aumentos de juros nos EUA. Apesar da manutenção de juros na reunião anterior, os membros comentaram que a inflação segue persistente e que podem sim ser esperadas novas altas para conter a inflação”, diz Ricardo Brasil, fundador da Gava Investimentos e pós-graduado em análise financeira.
O dólar subiu 0,2% frente ao real na sessão, aos R$ 4,85. Já o euro caiu 0,06% no período, aos R$ 5,27. Em Nova York, S&P 500, Dow Jones e Nasdaq caíram 0,2%, 0,38%, 0,18%, respectivamente.
As três ações que mais desvalorizaram no dia foram Braskem (BRKM5), Azul (AZUL4) e Raízen (RAIZ4).
Braskem (BRKM5): -4,42%, R$ 27,66
Os papéis da Braskem (BRKM5) tiveram queda diária de 4,42%, aos R$ 27,66. A empresa enfrenta perdas após afirmar que não fechou o acordo de R$ 1,7 bilhões com a prefeitura de Maceió (AL), para afundamento de solo.
A Braskem está em baixa de 0,72% no mês. No ano, acumula uma valorização de 16,41%.
Azul (AZUL4): -3,12%, R$ 20,47
As ações da Azul (AZUL4) caíram em 3,12%, aos R$ 20,47. O movimento ocorre em dia de alta no petróleo.
A Azul está em baixa de 6,36% no mês. No ano, acumula uma valorização de 85,92%.
Raízen (RAIZ4): -2,72%, R$ 4,29
Sem muitos gatilhos, as ações da Raízen (RAIZ4) tiveram desvalorização de 2,72%, aos R$ 4,29.
A Raízen está em baixa de 2,5% no mês. No ano, acumula uma valorização de 18,51%.