Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para setembro subiu 0,07%, a US$ 3,7845 por libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), a tonelada do metal para três meses avançava 0,17% por volta de 14 horas (de Brasília), a US$ 8.381.
Na visão da ANZ, o cobre vem reagindo ao aumento de esperanças de novas medidas de estímulo da China, uma das principais importadoras do metal no mundo. O CPI chinês se estabilizou na comparação anual de junho, enquanto os preços ao produtor (PPI) apresentaram deflação mais forte, conforme dados divulgados hoje.
Ainda, investidores da commodity prestaram atenção à detalhes da produção do Chile, que, segundo o banco australiano, atingiu a mínima em duas décadas em meia em maio, com problemas operacionais que reduziram os estoques.
Já o TD Securities avalia que os preços dos metais básicos cita reunião do comitê executivo do partido comunista chinês, “que continua alimentando o otimismo da demanda”. Segundo o banco canadense, “a fraqueza nos preços de metais está associada à redução dos riscos de fornecimento de metais, mesmo em meio a estoques de cobre criticamente baixos”.
Entre outros metais negociados na LME sob vencimento de três meses, no horário citado, a tonelada do alumínio avançava 0,58%, a US$ 2.153,50; a do chumbo operava estável, a US$ 2.058,50; a do níquel subia 0,94%, a US$ 20.975; a do estanho cedia 2,35%, a US$ 27.800; e a do zinco tinha baixa de 0,08%, a US$ 2.359.