Em abril, o banco já havia anunciado que o criptoativo poderia alcançar a marca dos US$100 mil até o final de 2024. Entretanto, os analistas consideraram que agora existe 20% de upside para essa mesma previsão.
Ainda que o Bitcoin não tenha recuperado seu ápice de US$69 mil, que aconteceu em novembro de 2021, a moeda cresceu 80% do início do ano até agora. De acordo com a Reuteurs, essa queda se deu à crise que o setor cripto enfrentou durante 2022.
O Standard Chartered ainda justificou o aumento em sua previsão ao evidenciar que os investidores precisariam acumular suas aquisições para cobrir seus custos – principalmente de eletricidade -, visando o lucro.
A Reuters também afirma que, em abril ou maio do ano que vem, o número total de bitcoins que podem ser extraídos a cada dia – atualmente 900 – também deve cair pela metade devido a um mecanismo embutido de fornecimento e emissão que limita gradualmente o abastecimento para manter seu recurso.