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Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para setembro subiu 1,56%, a US$ 3,9155 por libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), a tonelada do metal para três meses avançava 1,43% por volta de 14 horas (de Brasília), a US$ 8.647.
Na visa do TD Securities, o fato do comunicado de ontem do Politburo, o principal órgão decisório da China, ter omitido os alertas contra a especulação de imóveis funcionou como catalisados para metais básicos, “mesmo quando o comunicado ofereceu poucas informações adicionais às comunicações do Conselho de Estado”.
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Segundo o banco canadense, a omissão da declaração já havia ocorrido nos anos anteriores, com a última observada em 2019. “Embora as expectativas dos analistas fossem bastante pessimistas, vemos evidências de que as expectativas de demanda por commodities aumentou consideravelmente antes da reunião”.
O banco canadense também chama atenção para uma possível quebra de US$ 8.800 por tonelada do cobre negociado na LME, o que pode desencadear em mais atividade de compra.
O Sucden Financial avalia que o mercado já está precificando resultados da reunião do Politburo, mas alerta para uma possível falha dos dirigentes em gerar um grande estímulo.
No radar de investidores, está o estudo da Comissão de Transições Energéticas (ETC, na sigla em inglês), divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, sobre a necessidade de investimentos em metais para a transição energética. Segundo relatório, a projeção é que, entre 2022 e 2050, a transição energética demande até 6,5 bilhões de toneladas de materiais, sendo 95% deles aço, cobre e alumínio.
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Entre outros metais negociados na LME sob vencimento de três meses, no horário citado, a tonelada do alumínio subia 1,29%, a US$ 2.236; a do chumbo avançava 0,28%, a US$ 2.171; a do níquel tinha alta de 4,95%, a US$ 22.480; a do estanho ganhava 0,80%, a US$ 28.915; e a do zinco tinha alta de 2,79%, a US$ 2.487,50.
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