A taxa da T-Note 30 anos recuava há pouco, à espera do relatório de empregos, payroll, dos EUA em julho (9h30), depois de subir ontem ao maior nível desde novembro de 2022 em meio a incertezas sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).
No fim de julho, o Fed elevou juros em 25 pontos-base, à faixa de 5,25% a 5,50% e deixou em aberto a possibilidade de novo aumento ainda este ano, a depender da evolução dos dados econômicos.
A expectativa para o payroll é de que a economia dos Estados Unidos gere 205 mil empregos em julho, a taxa de desemprego se mantenha em 3,6% e o salário médio por hora cresça 0,3% ante o mês anterior e 4,2% na comparação anual, de acordo com pesquisa do Projeções Broadcast.
Caso se confirme, o resultado de criação de vagas praticamente repetirá os 209 mil postos gerados em junho. Dados divulgados pelo ADP esta semana mostraram que o setor privado dos Estados Unidos criou 324 mil empregos em julho, bem acima da expectativa de analistas (+183 mil postos).
Na última hora, os índices futuros das bolsas de Nova York e os mercados acionários da Europa perderam força, à medida que investidores demonstram cautela antes da divulgação de novo payroll.
Às 9h27, o dólar à vista subia 0,19%, aos R$ 4,9080. O dólar para setembro caía 0,26%, aos R$ 4,9310, com ajustes ao fechamento anterior (a R$ 4,9440) ante o valor à vista (R$ 4,8987).