O BC afirmou na ata da reunião da semana passada ser “pouco provável” uma intensificação no ritmo de cortes da taxa básica de juros, a Selic. “Isso exigiria surpresas positivas substanciais que elevassem ainda mais a confiança na dinâmica desinflacionária”, manifestou o BC no documento. O colegiado ainda indicou que o ritmo de 0,50 ponto porcentual é equilibrado e conjuga compromisso com a reancoragem de expectativas.
O IPC-S, divulgado mais cedo pela FGV, registrou alta de 0,14% na primeira quadrissemana de agosto, após avançar 0,07% no encerramento de julho. Em 12 meses, o indicador acumula variação positiva de 4,28%, ante 3,53% na quadrissemana anterior.
Entre as oito classes de despesas que compõem o indicador, quatro aceleraram no período, com destaque para o grupo Habitação (-1,06% para -0,22%), puxado pelo item tarifa de eletricidade residencial (-4,64% para -0,36%).