O mesmo movimento positivo também foi observado nas bolsas da Europa, que já encerraram a sessão em alta, apesar do desconforto causado pelo recente avanço do gás natural na região, que alimentam as dúvidas sobre a trajetória de preços, e de novas considerações do Banco Central Europeu (BCE) a respeito das incertezas em torno das perspectivas de inflação e crescimento na zona do euro.
Entre as commodities, o contrato futuro mais negociado do minério de ferro, em Dalian na China, fechou em baixa de 0,49%, cotado a US$ 99,09 por tonelada e voltou a pressionar a performance das ações do setor de siderurgia e mineração na sessão. Enquanto o petróleo Brent recuava 0,86% cotado a US$ 86,81 o barril, em movimento contrário as ações da Petrobras avançavam.
No Brasil, a temporada de balanços é novamente a maior responsável por impulsionar ou pressionar as ações da B3, com Hapvida alcançando seu maior preço desde 09 de março deste ano confirmando a trajetória de recuperação operacional, e Grupo Soma caindo mais de 8% após a margem bruta ter sido pressionada por uma maior atividade promocional e impostos.
Próximo às 14h20, o Ibovespa subia 0,27% aos 118.726 pontos, com recuo do dólar de 1,04% frente ao real, cotado a R$ 4,85. Nos juros, o movimento era de leve recuo nos vértices curtos e médios, e avanço nos vencimentos mais longos, com investidores de olho no andamento das pautas fiscais do governo no Congresso.