Na época, Denílson comprou os direitos econômicos do grupo, mas não esperava que um ano depois da negociação Belo deixaria o grupo para seguir carreira solo. O ex-jogador alegou então quebra de contrato e passou a cobrar na Justiça uma dívida de R$ 7 milhões do cantor.
“É de suma importância ressaltar a todos que nossas divergências nunca foram pessoais, ao contrário, elas eram – e portanto não são mais – no campo jurídico. Como homens, adultos e profissionais que somos, era importante colocar fim a esse imbróglio que nos afastava há mais de 20 anos. Hoje, com alegria, damos por encerrado esse assunto”, comentou Denílson em sua conta no Twitter.
O valor milionário da dívida pode gerar um retorno de R$ 50.400 caso fique aplicado por um mês na poupança, a modalidade de investimento favorita dos brasileiros. Segundo o último Raio X do Investidor da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a opção foi a preferida de 26% dos entrevistados em 2022.
Caso os R$ 7 milhões permaneçam na caderneta por um ano, o montante ao final do período será de R$ 7.586.600, um rendimento de R$ 586.600. No entanto, vale lembrar que há outras alternativas de renda fixa igualmente seguras e mais rentáveis do que a poupança, como os títulos do Tesouro Direto e os Certificados de Depósito Bancário (CDBs).
A rentabilidade da caderneta segue a Selic. Quando a taxa básica de juros está igual ou abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento corresponde a 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR), também definida pelo Banco Central. Já quando a taxa de juros está acima de 8,5% ao ano, como ocorre agora, a rentabilidade muda e passa para 0,5% ao mês mais o pagamento da TR. Em agosto, o retorno mensal da caderneta é de 0,72%. Já a taxa acumulada nos últimos 12 meses corresponde a 8,38%.