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Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para setembro fechou em queda de 0,23%, a US$ 3,7620 por libra-peso, mas na semana, o metal acumulou expressivos ganhos de 1,90%. Na London Metal Exchange (LME), a tonelada do metal para três meses teve alta de 0,05% por volta de 14h10 (de Brasília), a US$ 8365,00.
Os contratos futuros do cobre recuaram após o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) hoje, no Simpósio de Jackson Hole, que manteve o dólar em fortalecimento. O presidente do BC americano reforçou uma possível nova alta de juros nos EUA e indicou que o foco da autoridade monetária é retornar a inflação à meta de 2%.
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Apesar da recente alta nesta semana, analistas preveem que o ímpeto não deve durar. Segundo o Commerzbank, “é improvável que os preços já tenham atingido seu nível mais baixo”, porque na próxima semana o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da China tende a indicar nova contração, e o país não tem respondido aos dados com estímulos imediatos, avalia o banco. A lacuna entre novos incentivos e a divulgação do dado tende a marcar novas quedas no preço do metal básico, diz o Commerzbank.
Na semana, o cobre registrou alta. Segundo o Commerzbank, isso pode ser explicado por um otimismo no futuro, que demanda maior consumo do metal para a produção de veículos elétricos e outras tecnologias, e a oferta não vinha se preparando para isso. O TD Securities destaca que a cautela com o preço do cobre deve permanecer, já que a oferta pode exceder a procura em um futuro próximo, após um ímpeto recente de aumento do consumo ter feito a oferta aumentar, sem que a demanda consiga acompanhá-la.
Entre outros metais negociados na LME sob vencimento de três meses, no horário citado, a tonelada do alumínio tinha alta de 0,07%, a US$ 2.156,00; a do chumbo caía 0,55%, a US$ 2.160,50; a do níquel cedia 0,10%, a US$ 20,790,00; a do estanho recuava 1,03%, a 25.585,00; e a do zinco subia 0,42%, a 2.396,50.
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