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Mercado

Como ficam os investidores se a Light (LIGT3) desistir da recuperação judicial

Analistas ainda veem muitas incertezas no radar; veja qual é a recomendação para o papel

Por Luíza Lanza

12/09/2023 | 3:00 Atualização: 12/09/2023 | 10:11

Dívida da Light é estimada em R$ 11 bilhões. (Foto: Divulgação/Light)
Dívida da Light é estimada em R$ 11 bilhões. (Foto: Divulgação/Light)

Rebaixamento nas agências de rating, uma medida cautelar para deixar de pagar obrigações financeiras, um pedido de recuperação judicial (RJ), novos nomes na composição acionária. O ano de 2023 já estava super movimentado para a Light (LIGT3), mas os acionistas da companhia de distribuição de energia ganharam mais um assunto para acompanhar.

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O novo capítulo na novela da Light para sanar uma dívida estimada em R$ 11 bilhões é a possibilidade de desistência do processo de recuperação judicial. Uma notícia que começou a ser ventilada na semana passada e foi confirmada pela companhia, via fato relevante, divulgado na última sexta-feira (8).

No documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia confirmou que o Conselho de Administração aprovou, em uma reunião realizada em 04 de setembro, a elaboração de um plano para a saída da sua recuperação judicial. A Light informou ainda que não há decisão sobre um possível aporte de recursos na empresa, como também vinha sendo ventilado.

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A possibilidade de saída antecipada da RJ traz novos pontos para o debate – alguns positivos, outros, nem tanto. Marcelo Boragini, sócio e especialista em renda variável da Davos Investimentos, destaca que o processo já vinha sob críticas desde que foi acatado pela Justiça, dado que concessionárias de energia não podem, por lei, acionar o recurso. “Vale lembrar que o pedido de RJ da distribuidora sempre foi contestado tanto por credores como por especialistas, porque driblou a regra”, diz.

Agora, se realmente abrir mão da RJ, a Light perderia os direitos adquiridos no processo, como a possibilidade de negociar os pagamentos com prazos maiores e a suspensão das ações de execução. É como se a companhia voltasse à estaca zero nas dívidas. Mas isso não é um sinal negativo por si só.

O que se especula no mercado é que a Light estaria buscando uma forma de acelerar os acordos diretamente com os credores, dessa vez, fora do embate judicial. Seria uma estratégia para destravar várias etapas e dar agilidade ao processo de turnaround na companhia. O que, sob esse ponto de vista, é positivo para a companhia.

“É sempre melhor que as coisas sejam feitas pela caminho mais direto e rápido possível”, afirma Ilan Arbetman, analista da Ativa Investimenos. Nesse sentido, quando se negocia diretamente com os credores, há uma chance de ter menor litígio com eles. Tende a ter um resultado mais satisfatório, mas ainda é muito cedo, existe muito fumaça nesse tema.”

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Fora da RJ, a Light também teria mais chances de conseguir a renovação de seus contratos de concessão que vencem nos próximos anos, já que, para receber o aval da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), é preciso provar a viabilidade financeira da operação. “A desistência da RJ também tem a ver com isso”, diz Leonardo Piovesan, CNPI e analista fundamentalista da Quantzed, casa de análise e empresa de tecnologia e educação para investidores.

O analista acredita que a estratégia é positiva, mas destaca que ainda há incertezas no radar. Isso porque, segundo ele, o sucesso dessa negociação dependeria da “boa vontade dos credores”. Junto à negociação direta, foi ventilado a possibilidade de que a Light faça um aporte de capital na casa de R$ 1 bilhão, além de uma operação de conversão de parte da dívida em ações – estratégias para injetar capital na companhia e ajudar na negociação. Como o plano não foi confirmado, ainda não dá para cravar como isso impactaria os investidores de LIGT3.

“Se os credores aprovarem um plano que seja muito favorável a eles, um haircut (termo usado no mercado financeiro para representar a diminuição do valor de alguma dívida) pequeno da dívida, provavelmente isso resultaria em um aumento de capital maior do que o discutido inicialmente, na casa de R$ 1 bi”, explica Piovesan. “Se a conversão de dívida em ações também for maior do que estaria sendo proposto – se os credores não aliviarem – vai ser negativo para os acionistas porque representa uma diluição maior das posições dos investidores.”

A alta recente da LIGT3

A LIGT3 encerrou a segunda-feira (11) com uma queda de 4,05% na Bolsa, cotada a R$ 5,45. Em um período de um mês, as ações caíram 17,92%, devolvendo parte dos ganhos que a empresa vinha conseguindo conquistar até então.

Gabriel Bassotto, analista chefe de ações do Simpla Club, explica que as ações sofreram nos últimos dias refletindo todas as notícias ventiladas a respeito do futuro da RJ da companhia. Mas não só: o Ibovespa como um todo vem caminhando de lado, com viés mais negativo desde agosto. Com o mercado mais pessimista, aqueles papéis considerados mais arriscados, como é o caso da Light, caem mais.

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“Juntou o micro, com esse problema de ruído nas negociações da Light, com um macro um pouco mais desafiador em relação aos juros, com aumento na percepção de risco. Isso acabou contribuindo para a queda das ações da Light nas últimas semanas”, diz Bassotto.

Ainda assim, a LIGT3 acumula uma alta de 17,71% em 2023. Como contamos nesta reportagem de meados de julho, os papéis vinham se beneficiando com a troca de cadeiras no comando da companhia. Era o mercado dando um voto de confiança às mudanças na empresa, em um cenário que a queda da taxa de juros deve favorecer as companhias mais endividadas. À época, os papéis chegaram a subir 83% no ano.

Mas há quem diga que o movimento de alta foi exagerado.

“A ação subiu muito além do que deveria”, destaca Leonardo Piovesan, CNPI e analista fundamentalista da Quantzed, casa de análise e empresa de tecnologia e educação para investidores. “O desempenho foi motivado por compras relevantes de acionistas do mercado, o que acabou gerando uma demanda forte por especuladores, elevando o preço a patamares muito além do que fazia sentido.”

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O que estamos vendo agora, segundo Piovesan, é a correção desse movimento. “As quedas recentes refletem essa incerteza quanto ao desfecho do plano de negociação junto aos credores.”

Oportunidade ou furada?

Ainda que reconheçam os esforços que a Light tem feito para conseguir seu turnaround, nenhum dos especialistas ouvidos pelo E-Investidor acredita que é um bom momento para investir nas ações da companhia.

Leonardo Piovesan, da Quantzed, destaca que, mesmo que aprovado e em termos favoráveis à Light, o plano proposto vai representar uma diluição da posição dos acionistas atuais. “Estamos falando de conversão de dívida em equity e mais um aumento de capital, isso tudo representa uma diluição bem grande dos investidores. Isso só mostra o quão delicado é a situação da companhia”, diz. A Quantzed não tem recomendação para os papéis.

Este também é o entendimento na Davos Investimentos. Na dúvida, é melhor ficar de fora das ações. “Há outras empresas dentro do setor elétrico como opção, que são excelentes pagadoras de dividendos e que não tem essas incertezas que a Light tem”, pontua Marcelo Boragini.

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