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Comportamento

Os países do G20 que lideram a retomada de gastos com viagens

Levantamento da Mastercard mostra que a crise gerou novos hábitos para os viajantes

Por Valéria Bretas

08/09/2020 | 10:41 Atualização: 08/12/2023 | 17:36

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Ainda que a pandemia de coronavírus tenha derrubado o volume de passageiros nos aeroportos e colocado o setor aéreo em sua pior crise da história, os primeiros sinais de recuperação já começam a aparecer ao redor do mundo.

Leia mais:
  • Presidente da CVC destaca 7 pontos sobre a retomada do turismo
  • 5 previsões sobre o futuro das aéreas, segundo o presidente da Latam
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De acordo com o relatório Travel Check-in, realizado pela Mastercard e obtido em primeira mão pelo E-Investidor, os países que formam a cúpula do G20 já voltaram a gastar com viagens.

Itália, Rússia e França lideram o ranking de vendas on-line e offline desse setor, com gastos em passagens aéreas, hospedagens e restaurante em patamares parecidos em relação a 2019. O curioso, porém, é que apesar de a Itália ter sido o foco da pandemia da covid-19 nos primeiros meses do ano, o estudo ressalta que a forte cultura gastronômica e o turismo doméstico foram suficientes para ajudar na recuperação mais rápida do País em comparação com outros mercados.

  • Leia também: Finanças e viagens: o que essas duas coisas têm em comum

O Brasil ainda permanece na segunda posição do ranking global de óbitos por coronavírus, com 126,6 mil mortos, atrás somente dos Estados Unidos, com 188,9 mil vítimas reportadas à Universidade Johns Hopkins. Mesmo assim, o País aparece na 7ª posição entre as nações que mais retomaram as compras com viagens. (Veja o ranking no final do texto)

Hábitos de consumo

“Não há dúvida de que as pessoas amam viajar. No entanto, o que observamos é que o modo como gastam tem se adaptado ao novo momento”, diz Steve Sadove, conselheiro sênior da Mastercard e ex-presidente da Saks. “Gastos com gasolina, restaurantes e aluguel de bicicletas têm melhorado, mostrando que o reaquecimento está acontecendo, mas focado no âmbito local.”

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O levantamento da Mastercard também mostra que a crise gerou algumas mudanças no comportamento dos viajantes. A procura por ‘hotéis boutique’, por exemplo, saltaram entre maio e agosto deste ano, com índice de recuperação em mais de 50% no período. “Há uma tendência global de pessoas que optam por ficar em pequenos hotéis independentes, que permitem um distanciamento social mais fácil”, diz o relatório.

Outro padrão observado foi o gasto com transportes. No segundo trimestre deste ano, a opção de aluguel de carros quase dobrou em relação ao mesmo período do ano passado, saindo de 9%, em 2019, para 17%, em 2020.

Em alguns países da Europa, como na Alemanha, por exemplo, o volume de gastos com viagens não aéreas totalizou quase 75% do orçamento total no setor até a semana do dia 7 de agosto. Segundo o relatório, essa tendência também tem impulsionado o mercado de aluguel para soluções de deslocamento em curta distância, como patinetes e bicicletas.

Retomada do setor

O Travel Check-in mostra ainda que a viagem de turismo está se recuperando mais rapidamente do que as viagens aéreas comerciais. “Esta é uma preocupação potencial para as companhias aéreas porque as viagens comerciais são as mais lucrativas”, informa o relatório.

De acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), as companhias aéreas devem apresentar prejuízo de US$ 84,3 bilhões em 2020, uma queda de 20,1% na margem de lucro. Em 2021, a projeção de perda é menor, chegando a US$ 15,8 bilhões.

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“Em termos financeiros, 2020 será o pior ano da história da aviação. Em média, cada dia deste ano representa US$ 230 milhões de perdas do setor, totalizando um prejuízo anual de US$ 84,3 bilhões”, diz um comunicado da IATA.

O cenário para o mercado doméstico, porém, é mais otimista. A CVC, maior operadora de viagens do Brasil, espera que no final deste ano a demanda por turismo doméstico seja de 70% daquela registrada no mesmo período de 2019.

Na Gol e na Azul, essas projeções são de 80% e 60%, respectivamente. Para Leonel Andrade, presidente da CVC, a situação pode ser ainda melhor: segundo o executivo, os hotéis estarão lotados no Brasil em janeiro de 2021.

Veja os países do G20 que lideram a retomada de gastos com viagens 

Ranking País
1º Itália
2º Rússia
3º França
4º Austrália
5º Alemanha
6º Estados Unidos
7º Brasil
8º Canadá
9º África do Sul
10º Argentina
11º México
12º Reino Unido
13º Indonésia
14º Japão
15º Turquia
16º Arábia Saúdita
17º China
18º Índia
19º Coreia do Sul

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