Mais cedo, na Europa, os mercados fecharam sem direção única, em meio à leitura do CPI (inflação ao consumidor) da zona do euro que mostrou leve desaceleração para 5,2% na leitura anual de agosto. O resultado ficou um pouco abaixo em relação à mediana projetada, de 5,3%, mas segue bem distante da meta de 2%. Já em Nova York, sob pressão dos juros, os índices de ações fecharam em leve queda.
No Brasil, o dia começou com a leitura do IBC-Br, indicador de atividade divulgado pelo Banco Central, que mostrou avanço mensal de 0,44% na leitura de julho. O resultado ficou um pouco acima da mediana das projeções dos economistas pela Bloomberg, de 0,40%. Nos mercados, a bolsa oscilou, mas voltou a recuar pressionada pelo cenário externo, encerrando o dia em queda de 0,37%, aos 117.846 pontos e giro financeiro de R$ 21,5 bilhões. No câmbio, o dólar avançou 0,35%, aos R$ 4,87.
Amanhã, a agenda reserva os eventos mais importantes: decisão de juros nos EUA, ainda durante à tarde, e decisão do COPOM sobre a Selic já durante à noite.
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