O cobre fechou em alta nesta quarta-feira (20), com atratividade ampliada por dólar fraco no exterior, enquanto investidores aguardam decisão monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). Além disso, commodities receberam apoio de novos sinais sobre atividade da China, após a mídia local anunciar que o governo pretende acelerar a liberação de estímulos.
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Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega agendada para dezembro encerrou a sessão em alta de 0,77%, a US$ 3,7760 a libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses subia 0,44%, a US$ 8.345,50 por volta das 14h20 (de Brasília).
O enfraquecimento do dólar no exterior, em meio a expectativas de pausa no aperto monetário do Fed nesta tarde, ofereceu algum apoio para os preços de commodities. Em relatório, o ANZ avalia que decisões monetárias dos BCs das principais economias devem definir os preços de metais, incluindo o cobre, nesta semana.
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Além disso, investidores acompanharam a notícias da mídia chinesa sobre possível aceleração no lançamento de estímulos para impulsionar a recuperação econômica da China, maior importador de commodities e segunda maior economia do planeta. O plano inclui a aceleração de investimentos para nova industrialização chinesa, identificação e solução de pontos para promover recuperação econômica sustentável municipal, entre outros.
Entre outros metais negociados na LME, no horário citado, a tonelada do níquel recuava 2,05%, a US$ 19.590,00. O contrato do alumínio subia 1,62%, a US$ 2.251,50 a tonelada, e a do estanho avançou 0,29%, a US$ 26.175,00 a tonelada. A cotação do zinco ganhou 2,17%, a US$ 2.543,00 a tonelada. O contrato do chumbo era negociado a US$ 2.210,00 com desvalorização de 0,45%.