• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Chegou a hora de voltar para as debêntures? Veja os títulos de maior retorno

Especialistas acreditam que o mercado de crédito privado pode estar vivendo uma inflexão; e há oportunidades

Por Luíza Lanza

19/09/2023 | 9:57 Atualização: 19/09/2023 | 10:02

Para investidores, saber o que são debêntures é importante ao lidar com títulos de dívidas de empresas privadas. Foto: Pixabay
Para investidores, saber o que são debêntures é importante ao lidar com títulos de dívidas de empresas privadas. Foto: Pixabay

Os primeiros meses de 2023 no mercado de crédito privado foram marcados por volatilidade e resgates acentuados. Os episódios envolvendo a Americanas e a Light, ambas em recuperação judicial e com os pagamentos de dívidas interrompidos, criaram um ambiente de pânico entre os investidores, que temiam que a crise nas duas empresas poderia ser o início de um problema generalizado na indústria de dívidas corporativas.

Leia mais:
  • Os fundos de renda fixa voltaram ao radar. Como escolher os melhores?
  • Renda fixa a 400% do CDI? Veja os melhores fundos de renda fixa do ano
  • 10 fundos de renda fixa têm retorno negativo. Veja quais
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Com a Selic ainda estacionada em 13,75% ao mês, fazia pouco sentido optar por um título privado ao invés de um título público, de grau de risco bem menor.

Agora, passado a tempestade, este mercado vive um momento de inflexão – e pode ser uma boa oportunidade para quem estiver atrás de investimentos para manter um rendimento mais elevado da renda fixa, em um momento em que a taxa de juros brasileira começou a cair. A mesma coisa tem acontecido com os fundos de renda fixa, como contamos aqui.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Os prêmios de crédito, aquele percentual a mais que essa classe de ativos remunera em comparação aos títulos públicos, variam principalmente por dois fatores: fundamentos da instituição emissora, e fluxo de compra e venda. Como a crise na Americanas e na Light gerou uma forte pressão vendedora nesses ativos, houve uma abertura nesses percentuais de remuneração até mesmo em títulos considerados defensivos, como aqueles emitidos por empresas Triple A.

O que acontece agora é o movimento contrário. Os investidores voltaram a ter confiança nesse mercado e retomaram os aportes. Ao mesmo tempo em que o desempenho dos fundos e ativos de crédito privado melhoraram com a marcação a mercado. Tudo isso deu início a uma compressão nos prêmios de crédito. Daí o cenário de inflexão – a partir de agora, a tendência é que as taxas oferecidas nas debêntures diminuam.

  • Renda fixa a 400% do CDI? Veja os melhores fundos do ano

Esta seria, portanto, uma janela final para investir em títulos de dívidas de empresas de qualidade com retornos que ainda estão acima do patamar histórico.

“O melhor momento para comprar crédito era abril, quando os fundos de crédito voltaram a performar muito bem, mas ainda temos uma janela de oportunidade”, explica Odilon Costa, head de renda fixa da SWM. “Papéis que pagavam CDI mais 1,5%, passaram a pagar CDI mais 3%, independente do setor. Mesmo empresas de energia, que são ultra defensivas, tiveram uma abertura de seu prêmio de crédito por causa do movimento vendedor.”

Como escolher as melhores

Um levantamento feito pela Economatica a pedido do E-Investidor mostra que entre as debêntures ativas precificadas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) é possível encontrar títulos de dívidas emitidos por empresas de diferentes setores, com variados prazos de vencimento e, sobretudo, diferentes remunerações.

Há opções com taxas pós-fixadas, com retorno a 110% do CDI, por exemplo. Outras, pré, que remuneram o investidor CDI mais uma taxa de 3% ou o IPCA acrescido de uma taxa de 7%.

Publicidade

Mas é preciso atenção a todos esses fatores para não acabar escolhendo um ativo com um grau de risco muito elevado. Ainda que sejam títulos de renda fixa, a classe de crédito privado está sujeita ao risco de crédito – a possibilidade de que a empresa emissora da dívida não honre com as suas obrigações; o famoso “calote”. Geralmente, quanto maior a taxa oferecida por um papel, maior o risco envolvido naquele investidor.

Por isso, especialmente para os investidores iniciantes, a recomendação de especialistas é optar por aqueles ativos de empresas Triple A, de setores considerados defensivos e com baixa alavancagem, ainda que as taxas de retorno não sejam as maiores entre as opções do mercado. Os papéis das utilities, aquelas empresas do setor de energia, saneamento e gás, costumam ser a principal aposta.

“Essas empresas trabalham normalmente com contratos já fechados de longos prazos, como 10, 20 e 30 anos, ou seja, o investidor já sabe que elas terão receitas recorrentes a receber. Isso proporciona um pouco mais de ‘segurança’”, explica Jaqueline Benevides, head de renda fixa da InvestAi.

Também é preciso avaliar com calma algumas outras informações. A primeira de todas talvez seja a saúde financeira da empresa. Entender se aquela companhia está alavancada, qual o seu nível de endividamento em relação aos pares do setor, como está o fluxo de caixa das operações. Informações que são disponibilizadas nos sites de RI das companhias.

Publicidade

“Empresas alavancadas são mais arriscadas, assim como fluxos de pagamentos mais longos e sem montantes elevados monetários para o mesmo período são mais saudáveis”, destaca Benevides.

Para a especialista, também é preciso checar o que a empresa pretende fazer com os recursos captados via títulos de dívidas. Se o capital será utilizado para expandir a operação da empresa e gerar valor – mais positivo para o investidor – ou para quitar uma dívida, por exemplo. “Se for para quitar uma dívida, o investidor deve ficar mais atento, pois o risco aumenta e, nesse caso, ele deve pedir uma taxa maior para entrar no papel”, pontua a head de renda fixa da InvestAi .

No site da Anbima, na aba de DEB/CRI/CRA, é possível consultar a média de taxas praticadas pelas empresas com debêntures ativas.

Em termos de indexadores, os especialistas veem mais oportunidades nos títulos híbridos; aquelas com um componente pós-fixado, como IPCA ou CDI, e uma taxa prefixada adicional.

Publicidade

Odilon Costa, da SWM, tem duas preferências no momento. Para prazos de vencimento mais curto, aqueles títulos ligados ao CDI mais uma taxa pré. Para janelas mais longas, os ligados à inflação.

“Enxergamos essa troca de % do CDI por CDI+ como benéfica para a carteira dos investidores. Por mais que a trajetória da Selic seja de queda, ainda faz sentido e é bem atrativo para um carrego em janela de 12 a 24 meses”, destaca. “Para a parte longa, gostamos de ativos IPCA+, porque o principal é proteger o patrimônio do investidor.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Certificados de Depósitos Interbancários (CDI)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crédito privado
  • Debêntures
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
  • Renda fixa
Cotações
22/01/2026 16h19 (delay 15min)
Câmbio
22/01/2026 16h19 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?

  • 2

    Ibovespa hoje bate recorde histórico e tem maior alta diária desde abril de 2023

  • 3

    CDBs do Will Bank já preocupavam mercado antes de BC decretar a liquidação; entenda o caso

  • 4

    Ibovespa fecha acima de 166 mil pontos e bate novo recorde em meio a cenário externo tenso

  • 5

    Como ficam os clientes do Will Bank, que têm R$ 7 bi em CDBs e LFs, após a liquidação da fintech pelo Banco Central?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Demitidos por justa causa têm direito ao saque retido do FGTS? Entenda
Logo E-Investidor
Demitidos por justa causa têm direito ao saque retido do FGTS? Entenda
Imagem principal sobre o Entenda como funciona a regra dos pontos para se aposentar em 2026
Logo E-Investidor
Entenda como funciona a regra dos pontos para se aposentar em 2026
Imagem principal sobre o Aposentadoria para professores: como funciona a regra da idade mínima em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria para professores: como funciona a regra da idade mínima em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (22)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (22)?
Imagem principal sobre o Como realizar o saque-aniversário do FGTS online? Veja passo a passo simples e prático
Logo E-Investidor
Como realizar o saque-aniversário do FGTS online? Veja passo a passo simples e prático
Imagem principal sobre o 3 informações sobre o Gás do Povo que podem ser consultadas no aplicativo do Bolsa Família
Logo E-Investidor
3 informações sobre o Gás do Povo que podem ser consultadas no aplicativo do Bolsa Família
Imagem principal sobre o Aposentadoria de professores: como funciona a regra do pedágio em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria de professores: como funciona a regra do pedágio em 2026?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Últimas: Investimentos
FGC do Banco Master desencadeia corrida bilionária entre XP e BTG por realocação de CDBs
Investimentos
FGC do Banco Master desencadeia corrida bilionária entre XP e BTG por realocação de CDBs

Pagamento das garantias do Banco Master libera R$ 40,6 bilhões no mercado e leva XP e BTG, principais distribuidores dos papéis, a lançar CDBs próprios para capturar o dinheiro dos investidores ressarcidos

22/01/2026 | 09h47 | Por Isabela Ortiz
Bancos e corretoras travam disputa por R$ 41 bi do FGC: veja as ofertas agressivas para clientes ressarcidos por CDBs do Banco Master
Investimentos
Bancos e corretoras travam disputa por R$ 41 bi do FGC: veja as ofertas agressivas para clientes ressarcidos por CDBs do Banco Master

As instituições estão preparando a prateleira de produtos para manter o dinheiro dentro de casa; o E-Investidor apurou ao menos seis campanhas em vigor

22/01/2026 | 08h57 | Por Luíza Lanza
O risco de investir em CDBs após Master e Will Bank: o que a taxa de retorno esconde sobre liquidez e emissor do ativo
Investimentos
O risco de investir em CDBs após Master e Will Bank: o que a taxa de retorno esconde sobre liquidez e emissor do ativo

Episódio reacende debate sobre liquidez real, risco de crédito e por que rentabilidade não deve ser prioridade quando o objetivo é segurança imediata

22/01/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Will Bank: investidor do Master pode ficar de fora da cobertura do FGC
Investimentos
Will Bank: investidor do Master pode ficar de fora da cobertura do FGC

Teto de cobertura do fundo engloba investimentos dentro de um mesmo conglomerado; Master incorporou Will Bank em agosto de 2024

21/01/2026 | 14h24 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador