Em relação ao endividamento da empresa, a Fitch avalia que “embora venha aumentando desde 2021 devido à estratégia de aquisições, que demandou novas emissões de dívidas, a alavancagem permanece moderada”. Segundo a agência, a relação da dívida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da B3 foi de 1,6 vez em junho de 2023 e de 1,8 vez ao final de 2022.
A B3 disse que, com a nova emissão de debêntures, sua projeção para endividamento em 2023 passou de 1,9 vez a relação entre a dívida bruta pelo Ebitda recorrente dos últimos 12 meses para 2,3 vezes. Já a estimativa da Fitch é que a alavancagem será próxima a 2,0 vezes. A agência também avaliou que o múltiplo de 2,3, indicado pela B3, ainda é “adequado e compatível com a categoria de rating, apesar de superior à dos pares regionais”.
O rating atribuído à proposta de emissão de debêntures corresponde ao Rating Nacional de Longo Prazo da empresa, que se baseia na “situação creditícia intrínseca da companhia e é altamente influenciado por seu perfil de negócios e pelo ambiente operacional brasileiro”.