• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Dólar hoje: moeda recua na sessão, mas avança na semana com escalada de Treasuries

Moeda encerrou a sessão cotada a R$ 5,0268

Por Antonio Perez

29/09/2023 | 18:52 Atualização: 29/09/2023 | 18:52

Dólar (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Dólar (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O dólar à vista encerrou a sessão desta sexta-feira, 29, em queda de 0,26%, cotado a R$ 5,0268, acompanhando o sinal predominante de baixa da moeda americana no exterior, em meio à leitura mais benigna de inflação dos EUA e ao refresco das cotações internacionais do petróleo. Pela manhã, a moeda trabalhou por alguns momentos abaixo do piso de R$ 5,00, com mínima a R$ 4,9884, na esteira do recuo dos juros longos americanos.

Leia mais:
  • Brasil ganha o primeiro ETF com pagamento de dividendos do país
  • O que explica o derretimento das ações do varejo em setembro
  • Ibovespa cai 1,5% no trimestre. O índice pode reagir até o fim do ano?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Na máxima, à tarde, correu até R$ 5,0355, quando as taxas dos Treasuries de 10 e 30 esboçaram alta pontual, após a Câmara dos Representantes rejeitar uma proposta orçamentária que poderia evitar a paralisação parcial (shutdown) do governo americano. Além disso, o mercado absorveu declaração do presidente do Federal Reserve de Nova York, John Willians, reforçando a visão de que os juros terão que ficar elevados por tempo mais prolongado.

Operadores observam que disputa pela formação da última taxa Ptax de setembro (e do terceiro trimestre) e o movimento típico de rolagem de posições futuras no fim do mês tiveram papel secundário na formação da taxa de câmbio, apesar do giro expressivo. Contrato mais líquido a partir desta sexta-feira, o dólar futuro para novembro movimentou mais de US$ 17 bilhões.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Apesar do refresco hoje, o dólar à vista encerra a semana em alta de 1,91%. Graças à arrancada dos últimos dias, a moeda termina setembro com valorização de 1,53%. Com a escalada das taxas dos Treasuries e fortalecimento global da moeda americana, divisas emergentes e de países exportadores de commodities amargam perdas na semana e no mês.

O economista-chefe da Western Asset, Adauto Lima, afirma que as questões domésticas estão hoje em segundo plano para o mercado de câmbio, cuja dinâmica está totalmente atrelada ao ambiente externo. “A pressão sobre os Treasuries tem ditado o comportamento dos ativos em todo mundo. Os Estados Unidos têm pressionado os juros globais, o que provoca mudanças na taxa de câmbio. Voltou a ser uma história de dólar forte no mundo”, afirma Lima. “Essa queda do dólar hoje é porque saíram dados de atividade e inflação menos fortes nos EUA, o que tirou um pouco da pressão sobre as taxas dos Treasuries”.

Após o resultado final do PIB dos EUA no segundo trimestre, divulgado ontem, mostrar crescimento levemente abaixo do esperado, saiu hoje uma leitura menos pressionada de inflação. O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), medida de inflação preferida do Fed, registrou alta de 0,4% em agosto na comparação com julho, levemente abaixo do esperado (0,5%). Já o núcleo do PCE, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, subiu 0,1% em agosto ante o mês anterior, quando analistas esperavam avanço de 0,2%.

Para Lima, da Western, um eventual retorno da taxa de câmbio para baixo de R$ 5,00 depende de uma redução das incertezas em torno do comportamento das taxas de juros dos EUA. Os yields dos Treasuries já vêm em trajetória de alta desde agosto e aceleraram nas últimas semanas, em meio a sinais do Fed de que a taxa básica americana deve permanecer em nível restritivo por mais tempo e ao aumento de volume de emissões de papéis pelo Tesouro dos EUA. “Para o dólar voltar a níveis mais baixos é preciso um cenário externo de menor volatilidade e que atenue a tendência de dólar forte no mundo. Precisamos sinais de que a inflação e a economia americana estão desacelerando para os juros longos nos EUA pararem de subir”, afirma.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Dolar
  • Estados Unidos
  • Federal Reserve
  • Inflação
  • Juros
Cotações
10/02/2026 21h32 (delay 15min)
Câmbio
10/02/2026 21h32 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

  • 3

    Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

  • 4

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

  • 5

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Logo E-Investidor
FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Imagem principal sobre o INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Logo E-Investidor
INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Últimas: Tempo Real
Lucro da AIG no 4T25 tem queda de 18% na comparação anual e chega a US$ 735 milhões
Tempo Real
Lucro da AIG no 4T25 tem queda de 18% na comparação anual e chega a US$ 735 milhões

Maior empresa seguradora americana frustrou as expectativas de analistas da FactSet, que esperavam aumento de US$ 1 bilhão no trimestre

10/02/2026 | 21h03 | Por Laís Adriana
TIM (TIMS3): lucro cresce 27,9% no 4T25 e alcança R$ 1,349 bilhão
Tempo Real
TIM (TIMS3): lucro cresce 27,9% no 4T25 e alcança R$ 1,349 bilhão

Lucro, segundo a empresa, vem principalmente do crescimento do negócio de internet móvel e de cortes de custos nas operações

10/02/2026 | 20h17 | Por Circe Bonatelli
Suzano (SUZB3) reverte prejuízo e lucra R$ 116 milhões no 4T25
Tempo Real
Suzano (SUZB3) reverte prejuízo e lucra R$ 116 milhões no 4T25

Companhia avalia que último trimestre de 2025 foi caracterizado pela “continuidade da recuperação dos preços da celulose de fibra curta”

10/02/2026 | 19h31 | Por Talita Nascimento e Camila Vech
Petrobras (PETR3; PETR4): produção de óleo e gás tem alta anual de 18,6% no 4T25
Tempo Real
Petrobras (PETR3; PETR4): produção de óleo e gás tem alta anual de 18,6% no 4T25

Avanço na comparação com o 4T24 foi impulsionado por novos FPSOs e ganho de eficiência, segundo a estatal

10/02/2026 | 19h22 | Por Denise Luna e Gabriela da Cunha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador