Com este dado em mãos, os investidores devem recalibrar suas apostas para os próximos passos do FED. Se for reportado uma criação de empregos robusta no mês de setembro, isso pode reforçar a ideia de mais altas de juros nos EUA nas próximas reuniões e/ou juros elevados por mais tempo.
Para os mercados, isso pode desencadear em novas rodadas de risk-off. Em outras palavras, isso seria motivo para que os investidores adotassem uma postura mais cautelosa. Nos mercados, as bolsas de Nova York encerraram o dia em queda, enquanto a maioria dos índices europeus apresentaram alta.
Por aqui, pressionado pelo ambiente externo e também pela nova queda do petróleo Brent, desta vez de 2,02%, o Ibovespa caiu 0,28% aos 113.284 pontos, com giro financeiro fraco de R$ 16,9 bilhões. No câmbio, o dólar avançou 0,31% frente ao real, cotado a R$ 5,17, com novos relatos de saída de investidores estrangeiros, refletindo o movimento de busca por proteção. E nos juros, a curva apresentou movimentos distintos, porém próximos da estabilidade.
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