Nos EUA, os futuros de NY apontam para uma tentativa de recuperação do mercado à vista, após o volátil pregão de ontem que acabou em perdas mais uma vez lideradas pelo setor de tecnologia. Em dia de agenda externa fraca, o destaque é apenas a inflação ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos.
No mercado de commodities, os contratos futuros de petróleo mostram instabilidade, com o Brent no início da manhã em queda ainda repercutindo sinais de demanda fraca pela commodity durante a pandemia do novo coronavírus.
No Brasil, os mercados locais começam a sexta-feira avaliando a declaração do presidente Bolsonaro em live de quinta-feira (10) de que tem conversado com ministros e com presidente do Banco Central sobre o que pode ser feito para o dólar “ não subir tanto”.
Além disso, o mercado também espera para ver o desempenho do volume de serviços de julho, que deve ter crescimento menor, confirmando uma recuperação mais lenta que os setores da indústria e varejo. Para o dólar, apesar do pronunciamento do presidente, a sessão pode ser volátil, já que o sinal é de baixa da moeda americana ante outras divisas emergentes.
Os juros longos podem ser influenciados pelo movimento do câmbio, enquanto os mais curtos podem ter reação limitada ao dado de serviço.
Agenda econômica 11/09
Brasil: O IBGE informa às 9h o volume de serviços de julho. A mediana das projeções é de alta de 3,45% na variação mensal, após 5% em junho. Na variação anual, a mediana é de queda de 10%, depois de cair 3,6%.
EUA: Às 9h30, será divulgado o índice de preços ao consumidor (CPI) de agosto.