Na Comex, a divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega para dezembro caiu 0,10%, a US$ 3,5785 por libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), a tonelada do metal para três meses caía 0,09% por volta de 14h20 horas (de Brasília), a US$ 7.977,00.
De acordo com o TD Securities, o otimismo com os preços do cobre que acreditava na capacidade da China para compensar o enfraquecimento das perspectivas da procura mundial diminuiu, em um contexto de enfraquecimento do crescimento da demanda fora da China e de uma melhoria do perfil da oferta, que preparou o terreno para o maior excedente do metal em anos.
No entanto, Edward Meir, pesquisador de commodities da plataforma Marex, aponta a percepção que a procura de metais na China não é tão má como o que as manchetes macro sugerem, devido ao fato de que, enquanto o imobiliário está cambaleando, outros setores da economia chinesa estão compensando a demanda. “A este respeito, os gastos com veículos elétricos, cabos elétricos, redes elétricas e turbinas solares e eólicas estão consumindo quantidades cada vez maiores de metal”, afirma.
Já a gigante da mineração Rio Tinto anunciou nesta terça-feira que produziu mais alumínio e cobre no terceiro trimestre de 2023 em relação ao ano anterior. A segunda maior mineradora do mundo relatou uma produção de alumínio de 828 mil toneladas métricas nos três meses até setembro, um aumento de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Entre outros metais negociados na LME sob vencimento de três meses, no horário citado, a tonelada do alumínio subia 0,07%, a US$ 2.182,50; a do chumbo avançava 0,58%, a US$ 2.089,50; a do níquel tinha alta de 0,22%, a US$ 18.615,00; a do estanho ganhava 0,18%, a US$ 25.370,00; e a do zinco tinha queda de 0,63%, a US$ 2430,00.
Com informações Dow Jones Newswires