O cenário macro, na opinião do banco, deve dar suporte a essa trajetória favorável, com o reequilíbrio das economias global e local e espaço para juros mais baixos nos países desenvolvidos e no Brasil.
Outro aspecto que fomenta a perspectiva positiva é que os níveis de preços do mercado brasileiro estão em patamares atrativos, tanto em termos absolutos quanto relativos, na comparação com outros mercados internacionais.
Além disso, “a composição do mercado acionário brasileiro é diversificada, com exposição a empresas produtoras de commodities, bancos e ativos mais voltados à economia doméstica, abrindo espaço para ganhos por diferentes fatores”. Com relação à alocação setorial, a preferência do banco é justamente por setores que se beneficiam do ciclo de corte de juros.
O Santander pondera que, apesar das expectativas otimistas, a exposição do banco à bolsa ainda é contida nesse início de ano e a discussão sobre o melhor momento para ampliar essa exposição deverá estar bastante presente ao longo de 2024.