Até porque não há quase nada de condutores, em dia de agenda de indicadores esvaziada, mas que ganhará força ao longo da semana. Enquanto isso, os investidores ficam atentos a eventuais sinais sobre a Medida Provisória (MP) da reoneração da folha de pagamentos, o que pode vir a partir de uma reunião entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, no fim do dia. Na Europa, as bolsas europeias caem, no primeiro dia do Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça, e no aguardo de sinais de política monetária.
Nesta semana, será divulga a ata da última reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE). A despeito da queda de 3,17% do minério de ferro em Dalian, na China, as ações da Vale (VALE3) cediam com menos intensidade. Às 10h46, caíam 1,10%. Também apesar do recuo de cerca de 1,00% do petróleo no exterior, os papeís a Petrobras operavam perto da estabilidade. Apesar do declínio das commodities, as ações das aéreas caíam com força, em meio a notícias do setor, que enfrenta dificuldades financeiras. As ações da Gol puxaram as perdas, ao ceder cerca 12%. Azul PN caía 3,58% perto de 11 horas.
Nesta segunda, contrariando expectativas de redução, o banco central chinês (PBoC) deixou inalteradas as taxas de juros do país, gerando especulação sobre os próximos passos da política monetária da China. Na sexta-feira, o Índice Bovespa fechou em alta de 0,26%, aos 130.987,67 pontos, caindo 0,78% na semana.
No horário citado acima, o Ibovespa cedia 0,22%, aos 130.700,11 pontos, depois de cair 0,56%, na mínima aos 130.252,73 pontos, ante abertura aos 130.988,17 pontos, com variação zero. Aqui, o cenário deve ser de indefinição até que vaze o nível dos 128 mil pontos ou suba a 133 mil pontos, que foi o recorde, salienta o economista Álvaro Bandeira. “A expectativa é bastante positiva em relação ao fluxo de recursos, principalmente de estrangeiros, mas isso para o médio prazo”, diz em comentário matinal.