Na última sexta-feira (19), o S&P 500 e o Dow Jones atingiram níveis recordes e o Nasdaq alcançou o maior patamar em dois anos, impulsionados por um rali de fabricantes de chips e de outras ações de tecnologia de peso dos EUA.
Com a agenda desta segunda esvaziada, a atenção nesta semana está voltada para o anúncio de política monetária do BCE, na quinta-feira (25). A previsão é que a autoridade monetária deixará seus juros inalterados pela terceira vez seguida. Na semana passada, porém, a presidente do BCE, Christine Lagarde, sinalizou que o primeiro corte de juros provavelmente virá durante o verão europeu.
Também na quinta, os EUA divulgam números preliminares do Produto Interno Bruto (PIB) e da inflação PCE do quarto trimestre de 2023, que devem influenciar as expectativas para a possível trajetória de queda dos juros americanos neste ano. No fim da última semana, as apostas passaram a ser de que a primeira redução de juros nos EUA virá em maio, e não mais em março, segundo ferramenta de monitoramento do CME Group.
Às 7h40 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,07%, a de Paris avançava 0,32% e a de Frankfurt ganhava 0,53%. Já as de Milão e Madri tinham altas de 0,20% e 0,57%, respectivamente. Exceção, a de Lisboa caía 0,21%.