Na Comex, divisão da New York Mercantile Exchange,o contrato do cobre para março cedeu 0,83%, a US$ 3,8215 por libra peso. O contrato para três meses da tonelada do metal perdia 0,69%, a US$ 8.466,00 na London Metal Exchange (LME), às 15h40 (de Brasília).
Após o payroll e dados de confiança da Universidade de Michigan, a chance de a taxa de juros seguir na faixa de 5,25% a 5,50% em março nos EUA subiu para 78,5%, ante 62,0% ontem, enquanto a tese de um corte caiu para 21,5%, de 38%, de acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group. Para a reunião seguinte de maio, a ideia de taxa inalterada cresceu para 28,2%, de apenas 6,2% ontem. A possibilidade de corte de 25 pontos-base caiu de 59,6% para 58%. A aposta em um alívio mais incisivo, de 50 ponto-base enfraqueceu de 34,2% para 13,8%. Sob efeito dos dados, o índice DXY, que mede a variação da moeda ante uma cesta de divisas pares, avançava 0,94%, a 104,014.
Do lado da oferta de cobre, a ZCCM Investments Holdings informou, em nota, que a produção do metal da Mopani Copper Mines, um projeto localizado no Zâmbia, vai quase triplicar nos próximos três anos em razão de novos investimentos do novo proprietário do negócio. A produção pode atingir 200 mil toneladas métricas, de 72.690 toneladas em 2022, já que a International Resources Holding, com sede nos Emirados Árabes Unidos, se comprometeu a investir mais de US$ 1 bilhão para revigorar a mina.
Ainda na LME, os contratos de três meses da tonelada do alumínio cediam 0,47%, a US$ 2.238,50; os do chumbo recuavam 0,16%, a US$ 2.137,00; os do estanho caíram 1,32%, a US$ 25.510,00. O zinco foi negociado em queda de 0,75%, a US$ 2.451,50. O contrato do níquel resistia com alta de 0,03%, cotado a US$ 16.235,00.