O Copom, do Banco Central (BC), avaliou que houve progresso desinflacionário relevante no País. No entanto, salientou que há um longo caminho a percorrer para a ancoragem das expectativas e o retorno da inflação à meta. As informações constam da ata da última reunião, em que a taxa básica de juros, a Selic, foi reduzida para 11,25% ao ano.
Ainda no cenário doméstico, o Boletim Focus trouxe as expectativas para a inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), bem como para a Selic ao término de 2024. O IPCA se manteve estável em relação à última leitura, em 3,81% ao ano. Há um mês, era de 3,90%. A projeção para a principal referência dos juros também se manteve inalterada para o fim deste ano, em 9% ao ano.
No exterior, o governo chinês prometeu uma série de medidas para impulsionar novas formas de consumo, como o comércio eletrônico internacional, veículos de energia limpa e produtos chineses de luxo. De acordo com o vice-ministro, a propriedade de carros chegou a 340 milhões na China — primeiro lugar no mundo. O volume de comercialização de automóveis usados registrou aumento de quase 15%.
*Com informações do Broadcast