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Bolsas de NY fecham em queda na onda de cautela sobre corte de juros nos EUA

Aversão ao risco em Wall Street se consolidou ainda no pré-mercado, por conta da leitura de inflação mais forte no país

Por Laís Adriana

13/02/2024 | 18:43 Atualização: 13/02/2024 | 18:43

Painel da Nasdaq, a bolsa americana de tecnologia. (Imagem: Heorshe em Adobe Stock)
Painel da Nasdaq, a bolsa americana de tecnologia. (Imagem: Heorshe em Adobe Stock)

As bolsas de Nova York fecharam em queda robusta nesta terça-feira (13) depois que leitura da inflação ao consumidor dos Estados Unidos surpreendeu o mercado ao vir mais forte que o esperado, adiando a precificação para o início dos cortes de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Ainda, investidores monitoraram resultados da temporada de balanços.

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Em Wall Street, o Dow Jones fechou em queda de 1,35%, a 38.272,75 pontos; o S&P 500 recuou 1,37%, a 4.953,17 pontos; e o Nasdaq perdeu 1,80%, a 15.655,60 pontos. Na divisão de setores da S&P, consumo discricionário (-1,96%) e imobiliário (-1,84%) lideravam as perdas.

A aversão ao risco em Wall Street se consolidou nesta manhã ainda no pré-mercado, na esteira da leitura de inflação mais forte nos EUA. Segundo o Departamento do Trabalho, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) avançou 0,3% em janeiro ante dezembro e 3,1% na taxa anual. Apesar de desacelerar na comparação com o mês anterior, ambos os números vieram acima das expectativas de 0,2% e 2,9%, respectivamente, e seguem elevados em comparação à meta de 2% de inflação ao ano do Fed.

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Na visão do CIBC, os dados apontam que a desinflação desejada pelo banco central americano ainda não está acontecendo. Em nota, a Capital  Economics observa que os dados servem como argumento para a narrativa de que “a última parte é a mais difícil” no combate à inflação, comentário que tem sido frequente em falas de dirigentes do Fed.

Em geral, o consenso dos analistas é o de que os dados adiam para junho a possibilidade de um primeiro corte de juros pelo Federal Reserve – e esta perspectiva também é refletida pela precificação do mercado. Conforme a ferramenta de monitoramento do CME Group, a chance de uma redução das taxas em junho encerrou o dia em 72,1%, ante 54,4% logo após o dado. Anteriormente, o mercado ainda concentrava em maio a probabilidade majoritária de cortes de juros.

Balanços das empresas das bolsas

A perspectiva de uma postura mais rígida do Fed por período prolongado pesou sobre as ações de bancos americanos. No fechamento, o Goldman Sachs caiu 3,54%, o Morgan Stanley cedeu 3,34%, o Citigroup recuou 2,15%, o Bank of America perdeu 2,59% e o JPMorgan desvalorizava 0,87%. Entre bancos regionais, o Western Alliance teve queda de 5,77% e o New York Community Bank cedeu 5,17%. O índice de bancos regionais do Nasdaq, o KBW, caiu 2,93%.

Além de dados macroeconômicos, Wall Street também seguiu de olho em resultados da temporada de balanços corporativos. Mesmo atendendo ou superando expectativas em seus resultados, a Coca-Cola (-0,59%), Restaurant Brands International (-4,48%) e Zoetis (-6,71%) fecharam o pregão em queda. Já a Kellogg ganhou 8,09%, depois de reverter prejuízo e lucrar US$ 15 milhões no quarto trimestre de 2023.

Com divulgação de balanço prevista para depois do fechamento do mercado, a AIG subiu modestos 0,52%. Ainda, a Blackberry caiu 3,56%, seguindo anúncio sobre cortes adicionais de empregos para aumentar sua lucratividade, enquanto a JetBlue saltou 21,58%, depois que o especialista em aquisições de controle acionário dos Estados Unidos, Carl Icahn, aumentou sua participação acionária.

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Já o índice MSCI caiu 2,50%, após retirar 66 empresas de seu índice de referência focado na China

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