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Juros fecham em alta, de olho no ritmo de baixa dos Treasuries

A curva dos EUA foi influenciada por dados do mercado de trabalho e pelo discurso do presidente do Fed

Por Denise Abarca

06/03/2024 | 18:46 Atualização: 06/03/2024 | 18:46

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Os juros futuros encerraram a sessão desta quarta-feira (6) perto da estabilidade, desacelerando o fôlego de queda que prevalecia mais cedo e acompanhando a acomodação também do ritmo de baixa dos yields dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano). O desempenho da curva americana foi influenciado por dados do mercado de trabalho abaixo do esperado e pelo discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, e serviu de inspiração para as taxas locais, na medida que, internamente, a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) ficou em linha com o previsto.

Leia mais:
  • Treasuries caem, com discurso do presidente do Fed no radar
  • Moedas globais: dólar cai, pressionado por expectativas dos juros nos EUA
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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 fechou em 9,880%, de 9,877% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2026 encerrou em 9,70%, de 9,66%. O DI para janeiro de 2027 terminou com taxa de 9,90%, de 9,86% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2029 ficou em 10,33%, de 10,30%.

A quarta-feira foi de alguma volatilidade na taxas, que começaram o dia em leve alta, zeraram o avanço e passaram a cair ainda na primeira etapa, a partir da reação dos Treasuries aos números fracos de geração de vagas no setor privado americano e ao discurso de Powell no Congresso ao meio-dia, mas que foi antecipado pela manhã. As declarações não trouxeram novidades em relação ao que o Fed já tem sinalizado, mas a ausência de surpresas já foi suficiente para trazer alívio ao mercado.

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Powell reafirmou o foco do Fed no mandato dual para promover máximo emprego e preços estáveis, e disse que cortes de juros “provavelmente” serão apropriados neste ano. Afirmou ainda que a inflação “tem desacelerado de forma notável”, mas segue acima da meta de 2%, e não ver evidências de um risco particular de a economia entrar em recessão no curto prazo.

“Aparentemente, o mercado gostou da falta de novidades, embora pessoalmente eu tenha considerado parte da fala até conservadora, com alguns pontos de atenção”, disse Nicolas Borsoi, economista-chefe da Nova Futura Investimentos. Para ele, o alívio na curva de juros nos últimos dias reflete tanto o movimento dos yields como também a postura dos dirigentes do Banco Central nesta semana, de maior tranquilidade com o cenário inflacionário.

Na sequência da sinalização do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na segunda-feira, sobre a inflação de serviços, ontem o diretor de Política Monetária do BC, Gabriel Galípolo, reafirmou a premissa do guidance do Copom mas que, em algum momento, será necessário alterá-lo. Porém, tentou desvincular tal mudança da taxa terminal de juros. “Mudanças no guidance não necessariamente significam uma correlação com a taxa de juros terminal”, disse.

À tarde, as taxas acabaram por zerar a queda e oscilar próximas dos ajustes de ontem, na medida em que o retorno da T-Note de dez anos voltou aos 4,10%, após atingir 4,07% nas mínimas da manhã. O ambiente ficou mais cauteloso também após a informação de que New York Community Bancorp (NYCB) confirmou que receberá uma injeção de mais de US$ 1 bilhão de um grupo de investidores institucionais, para mitigar os problemas que o banco enfrenta devido à exposição ao mercado imobiliário comercial.

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A agenda do dia trouxe a produção industrial de janeiro, com queda de 1,6% na margem, coincidindo com a mediana das estimativas. O resultado de dezembro, também na margem, foi revisado de +1,1% para +1,6%, o que ameniza o impacto do recuo registrado em janeiro.

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