O mercado manteve as projeções para taxa básica de juros, a Selic, de 9% ao ano em 2024, e 8,50% em 2025, pela 14ª semana consecutiva após sinalizar que o ritmo de redução em 0,5 ponto percentual é o apropriado para a próxima reunião, deixando em aberto a possibilidade de realizar cortes menores a partir do segundo semestre.
As previsões para o IPCA de 2024 e 2025 seguem inalteradas, em 3,75% e 3,51% respectivamente. Na expectativa mensal, o IPCA ficou estável em 0,30% em abril.
O documento ainda apresenta as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB). Pela sétima vez consecutiva, houve elevação da expectativa, que passou de 1,85% para 1,89%. Há um mês a perspectiva de crescimento do PIB era de 1,77%. Já para 2025, houve manutenção de alta em 2%, como nas últimas 16 semanas.
A alta de quase 2% do petróleo e de 3,09% do minério de ferro em Dalian, na China, tendem a limitar eventual queda do Ibovespa por Nova York. Os ADRs (recibos que permitem que investidores consigam comprar nos EUA ações de empresas não americanas) de Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3) e de alguns bancos sobem no pré-mercado americano. A valorização das commodities ainda pode fortalecer o real, mas o dólar forte no exterior é risco.
*Com informações do Broadcast