O cobre para maio fechou em alta de 3,03%, a US$ 4,1940 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses subia 2,86%, às 14h (de Brasília), a US$ 9.268,50 a tonelada.
“Os fluxos de recursos para grandes fundos de matérias-primas aumentaram em mais de US$ 1 bilhão só na última semana”, informou a TD Securities, em nota. Esse fluxo ajuda a explicar os excessos visíveis em todo o complexo de matérias-primas, disse a corretora.
O posicionamento da LME atingiu agora os seus níveis mais elevados desde o boom econômico de 2021 e os operadores estão assumindo o máximo permitido em termos de posições compradas, informou a TD Securities. Ela ressaltou que relatos de possíveis cortes nas fundições chinesas podem ter desencadeado a recuperação nos mercados de cobre, mas a corretora citou que os maiores traders na China ainda se mostram céticos. “Os maiores traders em Xangai continuam com posições líquidas vendidas nos mercados de cobre da Bolsa de Xangai”, segundo a TD Securities.
Entre outros metais negociados na LME, no horário acima, a tonelada do alumínio operava em alta de 2,49%, a US$ 2.430,00; a do chumbo avançava 3,34%, a US$ 2.090,00; a do níquel ganhava 1,70%, a US$ 17.315,00; a do estanho subia 2,14%, a US$ 28.360,00; e a do zinco tinha alta de 3,07%, a US$ 2.554,50.
Com informações da Dow Jones Newswires