Os índices acionários de Nova York começam a tarde nas máximas nesta quinta-feira, dando sequência ao movimento positivo da véspera, enquanto o dólar perde força frente às principais divisas.
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Os índices acionários de Nova York começam a tarde nas máximas nesta quinta-feira, dando sequência ao movimento positivo da véspera, enquanto o dólar perde força frente às principais divisas.
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Na Europa, as principais bolsas também operaram com viés positivo. Os investidores globais seguem de olho na apuração dos votos para as eleições norte-americana, cuja vantagem atual claramente aponta para uma vitória do candidato democrata, Joe Biden. A leitura do mercado tem sido que deverá ocorrer injeções de estímulos fiscais, mesmo que eles possam ser menores e de limite a ser imposto pelos republicanos no Congresso à agenda democrata que inclui regulação de empresas de tecnologia, além de impostos.
Também ajuda no bom humor, a decisão do Banco da Inglaterra de ampliar seu programa de relaxamento quantitativo e também os balanços trimestrais de grandes empresas na Europa. Ainda hoje, está prevista a decisão de política monetária do FED, com entrevista coletiva do presidente da instituição, Jerome Powell.
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O desempenho do mercado acionário de Nova York puxa o Ibovespa para cima dos 100 mil pontos, com reflexo importante na divisa brasileira, com o 1 dólar negociando já abaixo dos R$5,55 e nos juros futuros, ainda que os riscos fiscais internos permaneçam no radar.
Entre as maiores altas de ações no Índice brasileiro destaque para Ultrapar, Ecorodovias, Fleury e Gol, sendo que as duas primeiras publicaram os resultados do 3T20. Nas queda figuravam as exportadoras (Suzano e Klabin) e as ações da Cogna.
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