Segundo a corretora, a decisão reduz o risco da necessidade potencial de aumento das taxas de financiamento do programa habitacional Minha Casa Minha Vida (MCMV), uma vez que o piso do IPCA parece, em média, menos prejudicial ao balanço do fundo do que a proposta anterior de remuneração (caderneta de poupança).
“Em nossa opinião, a decisão foi melhor do que o esperado, pois rejeitou o pedido do presidente [do STF] Luís Roberto Barroso de fixar a remuneração do FGTS no mínimo da caderneta de poupança (que estava sendo considerado desde abril de 2023) e manteve a taxa de remuneração atual do fundo”, afirmam os analistas Ygor Altero e Ruan Argenton, em relatório.