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Moedas globais: dólar avança apoiado por postura do banco central dos EUA

Já a libra caiu nessa sessão após a decisão de política monetária do Banco da Inglaterra

Por Gabriel Bueno da Costa

20/06/2024 | 17:17 Atualização: 20/06/2024 | 17:17

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

O dólar avançou nesta quinta-feira (20), apoiado pela postura paciente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que deseja ter mais certeza sobre o quadro na inflação antes de cortar juros, e também com dados dos Estados Unidos no radar. Nesse quadro, o iene voltava a níveis mais fracos e a libra caiu em dia de decisão do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), que manteve os juros, mas para analistas sinalizou que pode cortá-los em breve, potencialmente em agosto. Entre emergentes, o peso mexicano se fortaleceu, após a presidente eleita Claudia Sheinbaum anunciar alguns nomes de seu futuro gabinete, entre eles o secretário de Economia.

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No fim da tarde em Nova York, o dólar subia a 158,91 ienes, o euro recuava a US$ 1,0711 e a libra tinha baixa a US$ 1,2667. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, registrou alta de 0,32%, a 105,588 pontos.

Na Ásia, o vice-ministro de Finanças para Assuntos Internacionais do Japão, Masato Kanda, avaliou como eficaz a intervenção cambial, para responder a flutuações excessivas da divisa. Ele disse haver fundos ilimitados para tomar as medidas necessárias e acrescentou que o governo seguirá com resposta firme a flutuações excessivas no futuro. Hoje, porém, o iene retornava a níveis de quando o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) começou a intervir no mercado cambial.

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Já na China, o Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) fixou a taxa de câmbio oficial em 7,1192 yuans por dólar hoje, no maior nível desde novembro do ano passado, com avanço diário máximo em dois meses, o que indicava flexibilização no controle da moeda. O BBH acredita que o PBoC deve continuar a permitir recuo gradual do yuan, evitando grandes mudanças na moeda que poderiam encorajar fuga de capital e uma fraqueza ainda maior da divisa.

Na Europa, o BoE manteve a taxa básica de juros em 5,25%, pela sétima vez seguida, como esperado, e disse que a política monetária precisa seguir em nível restritivo por “um período de tempo estendido”, além de ressaltar que novas projeções em agosto permitirão avaliar o grau de persistência da inflação. Na avaliação do ING, o BC britânico sinaliza cortar juro em agosto. O Rabobank concorda, mas acrescenta que não espera mudança para setembro, enquanto o Berenberg também apostava em agosto para o primeiro corte, mas admitia que o BoE não havia dado indicação concreta sobre data para o início do relaxamento monetário.

A libra ficou sob pressão, após a decisão do BoE. Nesse contexto, o dólar, que já subia, manteve o impulso. O presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, afirmou que a trajetória de juros dependerá de dados e notou que o retorno da inflação à meta de 2% levará algum tempo, embora também tenha se mostrado confiante nisso.

Entre emergentes, o peso mexicano ganhou fôlego após anúncios de Claudia Sheinbaum. A presidente eleita confirmou os seis primeiros membros de seu gabinete que assume em outubro, entre eles o ex-ministro das Relações Exteriores Marcelo Ebrard, que agora estará à frente da Secretaria de Economia. No horário citado, o dólar recuava a 18,3724 pesos.

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