• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Dólar sobe e fecha no maior patamar do governo Lula

O mercado avalia que o avanço da moeda no exterior foi um dos fatores decisivos para o movimento de alta

Por Murilo Melo

20/06/2024 | 19:02 Atualização: 20/06/2024 | 19:02

Imagem: Adobe Stock
Imagem: Adobe Stock

O dólar reverteu a queda observada pela manhã e fechou em alta nesta quinta-feira (20) cotado a R$ 5,46. Foi o maior valor registrado durante o terceiro mandato do presidente Lula e o maior patamar desde julho de 2022, quando a moeda americana fechou em R$ 5,4977.

Leia mais:
  • Para onde vão o Ibovespa e o dólar após a decisão do Copom?
  • Real ultrapassa peso argentino e se torna a pior moeda entre os países emergentes
  • Selic a 10,50% e a derrota do presidente Lula dentro do BC
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O mercado financeiro avalia que o avanço da moeda no exterior, em um dia de aumento dos rendimentos dos Treasuries (títulos do Tesouro norte-americano), foi um dos fatores decisivos para o aumento. Esse cenário externo, combinado com as repercussões das novas falas do presidente Lula sobre a reunião do Copom, influenciou diretamente o comportamento do câmbio no Brasil.

O preço da moeda americana abriu o dia com uma queda de 1,02%, atingindo a mínima de R$ 5,3862. No entanto, após as declarações do presidente, por volta das 12h, a tendência se inverteu. Além disso, as falas conservadoras dos dirigentes do banco central americano (Federal Reserve, o Fed) contribuíram para a alta. Perto das 17h, o dólar subia 0,18%, sendo cotado a R$ 5,445.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidiu manter a taxa Selic, a taxa básica de juros, inalterada em 10,50% ao ano. Essa decisão já era amplamente esperada pelo mercado, devido à retomada da aceleração inflacionária e ao recente aumento do preço do dólar. Um fator que agradou os investidores foi a unanimidade na decisão de manter os juros no atual patamar entre todos os membros do Copom.

Para onde vão o Ibovespa e o dólar pós-Copom

A decisão desta quarta-feira já era esperada pelo mercado, tendo em vista a piora do risco fiscal nas últimas semanas. A indefinição sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos, com o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) ainda resistente para dar início ao ciclo de quedas, também minou o ambiente doméstico. Com esse novo cenário econômico, as corretoras e casas de investimentos se viram obrigadas a ajustarem as suas estimativas do Ibovespa e o dólar para o fim de 2024.

Agora, as chances de a moeda norte-americana encerrar o ano abaixo de R$ 5 ficaram ainda mais distantes. A maioria estima um câmbio entre R$ 5 e R$ 5,30, uma projeção em linha com a versão mais recente do boletim Focus. A estimativa atual é de R$ 5,13; no fim de abril, era de R$ 5 e de R$ 4,92 em janeiro.

Os agentes do mercado também minaram a confiança em relação ao Ibovespa. Na virada de 2023 para 2024, enquanto a Bolsa passava por um rali, havia quem projetasse que o índice brasileiro alcançaria os 170 mil pontos em dezembro – uma realidade que parece cada vez mais distante.

O que esperar do câmbio no restante de 2024?

As projeções do mercado para o câmbio ao final de 2024 começaram a ser revisadas. Em janeiro, a expectativa era de que o dólar fechasse o ano na casa dos R$ 5, mas a tese tem cada vez menos respaldo no mercado. A última edição do Boletim Focus trouxe uma expectativa de R$ 5,13.

O Itaú BBA, por exemplo, elevou nas últimas semanas a sua projeção para o dólar para R$ 5,15 em dezembro. “A nossa expectativa de um dólar forte para frente somada ao ambiente doméstico desafiador nos fez revisar recentemente [a previsão] para R$ 5,15 por dólar (antes R$ 5,00) em 2024 e R$ 5,25 por dólar (de R$ 5,20) em 2025 e a Selic terminal para 10,25 (de 9,75)”, menciona relatório.

Publicidade

E o banco não foi o único. A valorização obrigou alguns analistas a revisarem as suas projeções do câmbio para o fim de 2024. Nesta outra reportagem, mostramos o que as corretoras de investimento esperam do futuro do câmbio.

A Ativa Investimentos tinha até abril uma projeção de R$ 5,10 para o dólar em dezembro. Agora, a casa vê a moeda americana encerrar o ano a R$ 5,30. O C6 Bank fez o mesmo movimento. Alguns analistas ainda não reajustaram as projeções, mas pretendem fazê-lo. A Ágora Investimentos, que tinha como cenário-base um dólar a R$ 5,10 ao final de 2024, já sinalizou que vai revisar o valor.

Quer saber como a disparada do dólar afeta a sua vida? Contamos com detalhes aqui.

Para Alexandre Viotto, head de banking e câmbio da EQI Investimentos, o patamar deve estar acima disso. “Bater R$ 5,50 é muito mais fácil do que voltar para R$ 4,80, e a moeda deve chegar a esse patamar no curto prazo”, diz.

Como a disparada do dólar afeta sua vida

O dólar afeta diretamente o preço dos produtos importados que o brasileiro compra no varejo no Brasil. Mas, além deles, o câmbio pode estar embutido em itens fabricados aqui. Insumos importados são comumente utilizados na indústria nacional, a exemplo dos fertilizantes no setor agrícola e de peças para montadoras de veículos.

Publicidade

“O dólar é a moeda mais forte do mundo e é por meio dela que são negociada as principais commodities e os principais produtos do nosso dia a dia. Ou seja, uma alta do dólar faz com que a gente tenha produtos mais caros, que haja inflação”, comentou Victor Furtado Pinheiro, head de Alocação da W1 Capital.

A alta do dólar também pode afeta a política monetária. Em um momento de alta da moeda americana, a economia brasileira perde apelo para os investidores internacionais, disparando, assim, pressão inflacionária. Uma medida do Banco Central para segurar a inflação e atrair investidores é manter a taxa básica de juros da economia, a Selic, em patamar alto. Tal movimento busca reduzir a escalada de preços ao frear o consumo e atrair investidores com a oferta de retornos mais atraentes nos títulos públicos brasileiros.

Colaboração de Luiza Lanza

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Câmbio
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • EUA
  • importações
  • Luiz Inácio Lula da Silva
  • mercado
  • Moeda
  • Varejo
Cotações
09/04/2026 17h39 (delay 15min)
Câmbio
09/04/2026 17h39 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Após Raízen e GPA: as empresas que mais preocupam o mercado financeiro hoje

  • 2

    Cessar-fogo derruba dólar ao menor nível em quase dois anos — pode ficar abaixo de R$ 5?

  • 3

    32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas

  • 4

    Ibovespa acompanha euforia global com cessar-fogo e renova recorde histórico

  • 5

    Petróleo despenca 16% com trégua — Petrobras cai mais de 4%

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS: posso indicar qualquer banco no aplicativo para realizar o saque?
Logo E-Investidor
FGTS: posso indicar qualquer banco no aplicativo para realizar o saque?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é o cashback IR?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as inconsistências em convênios médicos na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as inconsistências em convênios médicos na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as deduções indevidas ou sem comprovantes na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as deduções indevidas ou sem comprovantes na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Logo E-Investidor
Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Imagem principal sobre o Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Logo E-Investidor
Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Imagem principal sobre o Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Logo E-Investidor
Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: existe um prazo limite para usar o valor depositado?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: existe um prazo limite para usar o valor depositado?
Últimas: Mercado
Ações da Petrobras (PETR3;PETR4) avançam com alta do petróleo e revisão do Citigroup
Mercado
Ações da Petrobras (PETR3;PETR4) avançam com alta do petróleo e revisão do Citigroup

Recuperação vem após tombo histórico, enquanto mercado avalia novas tensões geopolíticas e ruídos políticos

09/04/2026 | 11h55 | Por Daniel Rocha e Vinícius Novais, do Broadcast
Petrobras (PETR3; PETR4) alerta que combinação de ingerência política e transição energética gera incerteza
Mercado
Petrobras (PETR3; PETR4) alerta que combinação de ingerência política e transição energética gera incerteza

Em seu relatório anual, a companhia listou fatores que podem impactar diretamente receitas, margens e fluxo de caixa

09/04/2026 | 11h42 | Por Amélia Alves
Fundos ligados aos Master terão que notificar ao Cade compra de fatia na Oncoclínicas (ONCO3)
Mercado
Fundos ligados aos Master terão que notificar ao Cade compra de fatia na Oncoclínicas (ONCO3)

Superintendência-Geral da autarquia atestou que os dois fundos são geridos pela Latache Gestão de Recursos e controlados, direta ou indiretamente, pelo Master

09/04/2026 | 10h51 | Por Flávia Said
Suzano (SUZB3) sobe com alívio global, mas BofA vê cenário desafiador para o papel
Mercado
Suzano (SUZB3) sobe com alívio global, mas BofA vê cenário desafiador para o papel

Banco vê superoferta persistente de celulose, reduz preço-alvo e adota postura mais cautelosa com a companhia

09/04/2026 | 10h49 | Por Daniel Rocha e Vinícius Novais

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador